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Conversas e Café

48 anos de Liberdade...

Hoje, dia 25 de abril, é um dia lindo e com outra cor. Não por ser feriado numa segunda feira e por consequência termos direito a um fim de semana prolongado, mas sim, pelo próprio significado desta data em Portugal. Há sensivelmente 48 anos, acontecia uma Revolução que pôs fim à ditadura e marcou o início da Liberdade.

Entre as nove definições que aparecem no Dicionário Priberam, quando se pesquisa por liberdade, para mim, a que mais se adequa a este contexto histórico que hoje celebramos é: 

Direito de um indivíduo proceder conforme lhe pareça, desde que esse direito não contra o direito de outrem e esteja dentro dos limites da lei.


"liberdade", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/liberdade [consultado em 25-04-2022].
 
 
É nosso direito expressar-nos, sermos livres, desde que não haja invasão do espaço do outro, atenção, sem ter medo das consequências ou represálias dos nossos atos, sobretudo se estes entrarem em conflito de opiniões contra ao poder político. 
 
Quarenta e oito anos parece já um passado longinquo para muitos, mas não, numa escala de medição de tempo histórico, foi ainda ontem. É muito recente. Somos livres apenas há 48 anos. E muitas das vezes, nem nos damos de conta o quão importante é sermos livres. Talvez porque é um direito que pertence à Constituição Portuguesa e se encontra camuflado entre nós no nosso dia a dia ou talvez por vivermos num país tão lindo quanto o nosso, ser livre entrou na nossa cultura enquanto sociedade que até já passou despercebido por entre os afazeres do dia a dia. O que é certo, é que SOMOS LIVRES. E que aqui não há mais espaço para um regime ditatorial, não há espaço para um "neossalazarismo" e para todos aqueles que pensam que no tempo de Salazar era tudo melhor. 
 
Podemos ser pequeninos, mas somos tão grandes pela nossa LIBERDADE. 
 
Que neste dia possamos refletir, lutar e celebrar pois mais um ano do início de uma fase tão bonita, VIVER EM LIBERDADE. 
 
UM VIVA À LIBERDADE!
 

(Imagem: Twitter)

 

 

Sobre Empatia...

Quantas vezes se puseram no lugar do outro? Quantas vezes ajudaram alguém sem qualquer tipo de interesses, glorificações, reconhecimentos ou recompensas? Quantas vezes pararam para pensar "e se fosse comigo" ou "se tivesse em tal situação como iria reagir ou como esperaria ser ajudada"? 

Nunca vi um mundo tão mais avesso que aquele que vivemos nos dias de hoje, em que os interesses falam mais alto e onde as pessoas sentem a ousadia de aproveitar da boa vontade dos outros em benefício próprio. Não é sobre nós mas é também sobre o mundo que nos rodeia, é também sobre o próximo. Não é só e exclusivamente para louvor ou reconhecimento por parte dos outros. Aliás, nada é uma questão de recompensa, tudo é sobre ter a humildade de se colocar na pele do outro, de ser genuinamente Humano e ter a coragem de ajudar sem esperar nada em troca. Não é uma questão de interesses pessoais ou olhar para o nosso umbigo somente e ajudar simplesmente quando os convém, só porque fica bem do ponto de vista social. É sobre valores... É sobre empatia. 

Reflitam sobre isso e se fizer sentido coloquem em prática este valor tão essencial que nos tornam verdadeiramente Humanos com um H maiúsculo. Porque tudo é uma questão de Ser. Nada é uma questão de Parecer

E se assim o fizerem, vão ver que, afinal, o mundo é tão mais bonito! 

13 de março de 2010

Treze de março de 2010. Uma data que vai ficar sempre marcada na minha memória e sempre recordada com tal angustia que ainda hoje inquieta de certo modo o coração em recordá-la.

Esta data marcou o início de uma nova história, de uma nova batalha com que luto com tudo o que tenho, com o melhor e pior de mim, todos os dias. Foi o dia do meu diagnóstico de Diabetes Mellitus Tipo 1. Isto tudo numa menina com quase nove anos. E foi a partir desse dia, mesmo com medo do desconhecido, que eu soube que desde então, a minha vida mudaria para sempre. Não estava errada acerca disso. Fui simplesmente "obrigada" a crescer à força e a assumir responsabilidades que não competia a uma criança de nove anos a assumir, no entanto, uma vez mais, a vida pôs-me à prova e eu tive que aceitar e demonstrar que estava à altura deste enorme desafio. 

Permitem-me em descrever esta doença como um desafio porque nem nos melhores contos de fada, nem nas melhores fantasias seria outra coisa, aliás, se a Diabetes fosse uma personagem fictícia seria uma vilã malvada e sem coração. Muitos romantizam com a frase "até se vive bem com diabetes". Sim, é certo vive-se. Mas "bem"? Tenho as minhas dúvidas! Se quiseres minimizar os impactes e todas as consequências, que às vezes sou ligeiramente atormentada só de pensar, tens de saber controlar ao mínimo detalhe. E deixem-me dizer, não é de todo fácil e devo confessar o quão frustrante e indigno é, sobretudo, quando fazes tudo certo e dá TUDO errado.

Vejo-a como uma BATALHA que estou comprometida a levar até ao fim. E no final de contas, doze anos depois do trágico sábado, 13 de março de 2010, posso diz que essa menina que foi forçada pela vida a crescer, tornou-se numa enorme guerreira que sempre foi à luta com todas as armas que tinha e mesmo nos seus piores dias, seguiu de cabeça erguida e não permitiu ser derrotada nem pela doença nem pelo desgaste psicológico que está associado a ela porque, como já dizia a música, "o que não nos mata, torna-nos mais fortes". 

4 anos de (muitas) Conversas e Café

Dezoito de fevereiro de dois mil e dezoito...

Hoje faz quatro anos que iniciei esta aventura de ter um blog. Sim, leram bem, quatro anos! Não era algo que me fosse desconhecido, se já não tivesse eu, em outros tempos remotos, ligada ao mundo da blogosfera em tantas outras plataformas. Mas foi aqui que decidi ficar, foi aqui que me senti mais em casa, que consegui ser mais "eu". Autentica. Uma menina com os seus (quase) dezassete anos, cheia de sonhos e à procura de se expressar da melhor forma que sabia e de ser reconhecida pelo mundo. 

Nestes quatro anos aprendi a ser e a fazer melhor. Algumas coisas mudaram a nível de conteúdo mas algo não mudou em mim, expressar-me tal como sou, pela minha escrita. Continuo a ser a mesma pessoa que escrevia há quatro anos mas claramente mais crescida. Algumas vezes, foi desafiante manter o conteúdo por aqui, ainda hoje é, honestamente. Havia alturas em que joguei pelo seguro, escrevi sobre o conteúdo que convinha escrever, admito, em prol dos números e de toda a audiência em geral, em vez de seguir o meu coração e arriscar escrever o que estava na alma, aquilo que ressoava melhor para mim naquele momento. 

O mundo da blogosfera não é fácil de todo como muitas pessoas pensam. Há sempre a ilusão de que é só chegar, escrever e publicar. No entanto, nem sempre é assim. Necessita tempo. E coragem também...

O que diferencia o meu blog dos outros? É uma questão que nem eu própria, enquanto autora, sou capaz de responder. Mas posso garantir que tudo é feito com o coração! Desde o design, às publicações. À forma com que recebo e respondo ao vosso feedback. Com AMOR e GRATIDÃO. Pois hoje, aquela menina com os seus dezasseis anos, sabe que está no caminho certo pois é capaz de olhar e perceber que, pelo menos, pôs alguém neste mundo a pensar sobre o que escreveu, mesmo sendo o post mais simplório que ela se propôs a fazer. Porém, se alguém o leu, não ficou indiferente certamente. Para mim, já é o suficiente. 

Estes quatro anos, têm sido qualquer coisa como MARAVILHOSOS graças a todos vocês. Portanto, hoje vamos brindar também à vossa presença neste meu cantinho que também é-vos familiar, onde as Conversas e o Café nunca podem faltar!

Um muito OBRIGADA a todos vós que tornam, TODOS OS DIAS, este meu projeto possível!!

Decoração Grinalda 1º Aniversário Convite-2.pn

 

🤎

 

Descomplicar...

Quantas vezes deram por vocês a quererem tanto mas tanto atingir um objetivo e cada vez estarem mais longe dele? Quantas vezes é que não se sentiram frustrados ou até mesmo desmotivados, com vontade de desistir por parecer "difícil" ou "impossível" alcançar? Creio que todos nós, nem que seja por uma vez na vida, já nos sentimos assim: tristes, desmotivados, frustrados ou até perdidos, sem saber o que fazer ou por onde se virar face às adversidades impostas na caminhada rumo ao nosso sonho, ao nosso objetivo. Mas deixem-me contar - vos um segredo, DESCOMPLIQUEM. Isso mesmo. Mas como posso fazer isso? Perguntem-me vocês com uma certa inquietação na alma e eu repito, DESCOMPLIQUEM!

Descomplicar não se trata de desistir ou enveredar por caminhos mais "fáceis" ou mais "rápidos". Descomplicar significa ter definido um objetivo e mesmo com plano detalhadamente traçado, simplesmente, guardá-lo na "gaveta" e entregar ao Universo esse próprio desejo, essa meta que tanto se ambiciona e seguir tranquilamente a vida. E quando menos esperarmos, estamos mais perto de atingir ou até mesmo já o alcançamos e nem nos demos de conta.

Digo descomplicar pois tudo na vida tem o seu tempo para acontecer. Muitas das vezes, quando estipulamos uma nova meta, talvez nem estejamos preparados para colher os frutos desse tão desejado objetivo, tudo tem o seu tempo e há um longo processo até lá chegar. Por vezes focamos demasiado nessa intenção, como se algo de vida ou morte se tratasse e deixamos-nos sufocar e esquecemo-nos de que há mais vida para além disso. E é quando aprendemos a viver, mesmo sem essa meta, quando aprendemos a olhar ao nosso redor, aprendemos com as lições que a vida tem para nos ensinar, todo esse processo nunca é em vão para alcançar aquele propósito sempre tão idealizado e sonhado.

Sabem, o Universo é extraordinário. Ele só entrega para nós aquilo que nos pertence e quando nos é merecido, no tempo certo, quando é hora! No fundo, não passa de um teste à paciência e à resiliência de cada um. Mas quando é nosso e é feito a nossa parte com dignidade e humildade, está mais que garantido. Até lá, devemos manter o foco, manifestando claramente o nosso propósito e deixá-lo ir. Desccomplicar, simplesmente! 

Uma viagem por 2021...

Olhar para 2021, que está mesmo na reta final, e pensar nas voltas que este ano deu deixa-me de certa forma nostálgica e, sobretudo, muito grata por cada segundo. 

Este ano ensinou-me tanto. Cresci imenso enquanto pessoa. Aprendi a ser a minha melhor versão todos os dias até, finalmente, encontrar algures em mim a minha verdadeira essência, aquilo que sou realmente e aquilo com que mais me identifico atualmente. Este ano fez-me abrir os olhos, uma vez mais, em relação às pessoas que me rodeiam e da forma como se relacionam e interagem comigo. Perdi amizades, sim. Mas sinto que não perdi nada com isso, só ganhei. Apenas me desprendi e fui soltando lentamente para ver se do outro lado agarravam a corda, puxavam-na e insistiam em mantê-la. Pode parecer rude da minha parte e até posso parecer ingrata ou a má da fita mas por vezes, é necessário. E diga-se de passagem, amigos de verdade não têm de falar vinte e quatro horas por dia mas sim, quando estão presentes ou quando te procuram, a ligação que existe e a qual chamamos de "amizade", não mudar! 

Por outro lado, se perdi amizades, também criei novas, conheci novas pessoas e especiais para levar para a vida e fortaleci laços com algumas outras já de anos. Portanto, a todos aqueles que decidiram ficar na minha vida por mais um ano, gratidão infinita, vocês são estupendamente maravilhosos e não há forma de vos agradecer pelo tanto que fazem por mim todos os dias. 

Este ano foi uma montanha russa de emoções. Sabem quando tudo vos parece estável, monótono até que a vida arranja uma maneira de vos surpreender? Eu, pelo menos, senti isso. Mas foi talvez essas "surpresas" da vida que me tornaram nesta minha versão mais resiliente, firme, forte e determinada. E note-se que quando falo em "surpresas" não se trata apenas do jeito como a vida resolve tirar o tapete uma vez por outra mas também quando nos surpreende pela positiva. E isso ensinou-me que, mesmo quando tudo parece estar monótono (do género "gira o disco e toca o mesmo"), ela está sempre em movimento, a vida continua a acontecer à nossa volta. Porém, estamos tão centrados e focados naquela monotonia que não conseguimos ver mais além.

Em 2021 perdi alguém especial, que agora é só mais um anjinho que está lá em cima a olhar por mim. No entanto, por mais que possa doer, acho que consegui aceitar melhor esta partida, também porque era algo que já estava à espera e considerando o estado de saúde e de evolução tão avançada da doença, seria egoísta da nossa parte enquanto família, querer prendê-la à terra por mais tempo. Enfim, estava na hora de deixa-la ir.

Ao fazer esta viagem no tempo, permitiu refletir e reviver todos estes momentos, a maior parte deles felizes mas todos eles pautados de aprendizagem e crescimento pessoal. Se me pedissem para descrever este ano em uma só palavra, eu diria convictamente RESILIÊNCIA, isto porque depois de tanta volta e reviravolta que este ano já deu, sigo em frente, pronta para um novo ano, determinada e de cabeça erguida, mesmo sem uma lista de objetivos predefinidos, vou, simplesmente, por onde o vento me levar. E que me leve a bom porto. 

Carta ao Pai Natal

Querido Pai Natal, 

Escrevo-te com o intuito de que, neste natal, coloques no sapatinho de todas as pessoas do mundo mais paciência, consciência e amor. Paciência, para que pudemos ser mais gentis e mais humanos durante o próximo ano que se avizinha. Consciência, para que possamos olhar para o mundo, observar e refletir sobre os nossos atos e da forma como estes interferem ao conviver em sociedade. Amor, para que sejamos menos egoístas e mais unidos enquanto pessoas sem esperar nada em troca, apenas dar genuinamente. 

Que neste natal possamos estar reunidos com quem mais amamos e que valorizemos cada minuto, cada sorriso, cada abraço, cada momento partilhado. 

Afinal, não é preciso muito mais do que isto para ser verdadeiramente feliz. 

Que seja um feliz natal para todos nós com saúde, paz e muito (mas mesmo muito) amor!

Feliz Natal.jpg

 

Dezembro, és tu?

Todos os anos, por esta altura fico com aquele brilhozinho no olhar, sinto o calorzinho da magia do natal a envolver-me no seu abraço. Este ano, porém, parece tudo tão diferente e tão indiferente à minha pessoa. Sou eternamente grata à vida por dar-me mais uma oportunidade de celebrar esta época que se aproxima perto dos meus, no entanto, reconheço, e assumo, o meu estado de apatia perante ao espírito natalício. Aquele que ainda não suscitou dentro de mim. Tal indiferença leva-me a questionar se será isto que os adultos, ano após ano, realmente sentem e que escondem perante o olhar fascinado das crianças. 

Não sei explicar mas essa tal magia que tantos falam e sentem ainda não se despertou algures em mim. Talvez por estar a "crescer" e ter uma outra visão sobre o mundo à minha volta ou talvez, por outro lado, no meio de tanta azafama do dia a dia, o que menos penso e me preocupe seja contar os dias que restam para o término de mais um ano. 

Não sei, passou tudo tão rápido mas ao mesmo tempo tudo tão lentamente. Parece que se viveu vinte e quatro horas num abrir e fechar de olhos porém três anos em doze meses. E de repente, assim de mansinho, como ninguém quer a coisa, já estamos em dezembro, já é natal outra vez. E de certo modo, esta noção da passagem de tempo inquieta-me, incomoda-me, confunde-me. E é nesta inquietação e desorientação que se vive. Como assim as noites quentes de verão deram lugar às manhãs frias de inverno? Os dias longos que pareciam nunca mais ter fim deram lugar aos pores do sol por volta das cinco da tarde? É o tempo a mudar. É o tempo a passar. Enfim... O que sei, é que voltaste, último mês do ano, para encerrar mais um ciclo. E que ciclo!

Mesmo assim, sem estar enfeitada com luzinhas que piscam a um distância considerável, nem com a alma pomposamente decorada nos tons brilhantes de dourado, sê sempre bem vindo, Sr. Dezembro! 

Por que ficamos tristes de perder pessoas que nos magoaram?

Li esta pequena questão numa publicação no Instagram. Nesse momento perdi-me logo a refletir sobre uma eventual resposta, talvez precipitada, diria, mas mesmo assim, senti que esta questão era digna de um tema de reflexão. Desse modo, decidi abordá-lo por aqui. Afinal "Por que ficamos tristes de perder pessoas que nos magoaram?". 

Primeiramente, não custa nada relembrar e passo a citar uma outra frase que li nestes últimos dias: 

Nem tudo são perdas. Algumas coisas são livramento.

De facto, se pensarmos bem, com alguma racionalidade, se pretendemos ser felizes, devemos viver com leveza. Relacionarmo-nos com pessoas (independentemente do tipo de relação, seja amizade ou algo mais!) ou situações tóxicas e negativas, em que nada nos acrescenta senão tristeza, mágoa, dor ou qualquer outro tipo de sentimentos negativos, não é viver com essa tal leveza, felicidade ou até mesmo plenitude. Por vezes é necessário libertar-nos disso para pudermos seguir em frente e de cabeça erguida. E não tem mal nenhum em fazê-lo. A isso chama-se crescer e evoluir. Expandir horizontes. 

Depois, e voltando ao cerne da questão, talvez até ficamos assim por colocarmos demasiadas expectativas e acharmos que "desta vez será diferente", no fundo, é essa esperança, essa expectativa que coloca o relacionamento (seja ele qual for) num outro patamar. Daí "gastarmos" o nosso tempo, dedicarmos toda a nossa atenção, depositarmos toda a nossa energia, até mesmo querermos mudar por essa pessoa/situação, mas eu pergunto-me (e a vocês também) "Para quê? Será que deveríamos mudar por elas ou por nós mesmos?" Ah, pois!

O que é certo é que estamos todos de passagem, nada é eterno e cada pessoa tem o seu tempo para permanecer na tua vida, no teu caminho, com o propósito de ensinamento. Cada um deixa em ti uma lição. Mesmo que seja ela pautada pela dor. Mas aí, só depende de ti, a forma como vais encarar e viver com isso. Essa lição pode ser tanto positiva como negativa, isto é, algo que te possa transformar positivamente de modo com que aprendas a te relacionares com outras pessoas futuramente ou então possa servir de exemplo a não seguir. Agora é uma questão de adaptar à vossa realidade e aceitar simplesmente. 

Obviamente que a tristeza e desilusão é algo que se manifestarão naturalmente pois as memórias felizes sempre virão ao de cima mas pensando racionalmente sobre o assunto, não estaremos apenas a "romantizar" tudo como mecanismo de autodefesa de modo a atenuar os momentos que provocaram uma maior dor/mágoa em vós?! Será mesmo que vale a pena continuar a bater na mesma tecla e correr atrás depois de tudo? Ou agradecer à Vida/Universo/Deus (ou naquilo que vocês acreditam) por vos ter livrado dessa situação/pessoa? Já pensaram que foi melhor assim? Nada acontece por acaso. Tudo tem uma razão de ser! E tenho a certeza que o melhor ainda está por vir, a seu tempo. Pois quando o tempo de permanência é ultrapassado, já não é bom para nós e em nada nos acrescenta! 

Pensem nisso! 

E enquanto pensam, quero saber, na vossa opinião, o porquê de ficarmos tristes quando perdemos alguém que tanto nos magoou. Será apego? Ou será porque depositamos muitas expectativas nelas?

Deixo também, abaixo, o post que me fez abordar tal reflexão: 

 

 
 
 
 
 
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Estou vacinada!

Estou bácinada! *ler com "sotaque do norte"* (desculpem mas não resisti fazer esta piada, mas que fique registado que adoro a pronúncia do norte do nosso país!). 

Na verdade já estou (toda) vacinada desde o dia 19 de agosto porém, só hoje é que vi dar feedback da minha experiência um pouquinho traumatizante, com esta minha segunda dose da Pfizer. Se na primeira dose foi super tranquilo, que até fiz um post aqui, esta foi um pouco mais "difícil". 

Não querendo traumatizar as pessoas que ainda estão indecisas sobre ir ou não levar a vacina, e se ainda há pessoas com esse dilema, ainda há tanta dúvida porquê? Porque preferem ouvir os TikToks ou vídeos de movimentos antivacinas em vez dos especialistas, voz da ciência?! Não se acredita tudo o que se lê, atenção!

Mas quanto à segunda dose, digamos que estava tudo tranquilo depois da vacina, até ao dia seguinte. Acordei já com sintomas de gripe e com febre que se prolongou durante todo o dia mas nada que o meu amigo ben-u-ron de 1g de 6h em 6h não resolvesse. Nesse dia, lembro-me do esforço que fiz para ter de sair de casa, já nem me lembrava de como era sentir-me doente. No entanto, quanto a sintomas ficou por aí. Já para nem falar do braço inchado que ainda hoje está um bocadinho. O meu maior medo era mesmo se passava mal a noite, visto que às 2h da manhã seria a hora da próxima toma mas, sinceramente, nem senti necessidade de me intoxicar e dormi que nem um anjinho e acordei fresca que nem uma alface do LIDL. 

Isto para dizer que passei por um bocado mas tenho a certeza que valeu a pena pois tenho a vacinação completa e não poderia estar mais feliz e radiante por ver uma luz ao fundo do túnel. 

Vacinem-se também. Protejam-se, a vocês e aos outros! 

A autora

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