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Conversas e Café

A primeira já está!

Hoje foi a minha vez. Quando dei por mim lá estava eu, com uma agulha espetada no braço a levar a minha primeira doze de esperança da Pfizer. Não há palavras para descrever o que senti naquele momento. Senti que finalmente pude ver a luz ao fundo do túnel, que dei um paço rumo ao início do fim de todos estes tempos atribulados que estamos a viver. Houvera inscrito-me no portal da saúde, mas, mesmo sem resposta, um anjo, no qual estou eternamente grata, uma amiga minha, deu-me um contacto para agendar. 

Liguei uma vez, estava indisponível, aguardei. Quando ia ligar uma outra vez, recebo a chamada de volta, atendo sem hesitar. Mal digo que gostaria de agendar a minha vacina, do outro lado da linha recebo a resposta "temos uma vaga para agora, tem disponibilidade?" respondi prontamente com um "sim" com um entusiasmo tal que nem eu própria sei de onde vinha. Em 20 minutos estava lá, toda feliz da vida, com um sorriso de orelha a orelha mesmo com uma máscara a cobri-lo. Finalmente haveria chegado à minha vez, estava emocionada, mesmo indo às cegas quanto à vacina que iria levar, estava a torcer que fosse a Pfizer, não duvidando da qualidade das restantes aprovadas pela UE (União Europeia), atenção. 

Quando soube que era mesmo essa que iria levar, quase que cresci dois metros de tanta felicidade. Não doeu, esperei os meus trinta minutos e agora vos escrevo a partir de casa, a torcer igualmente que o meu corpo/organismo reaja bem à vacina nos próximos dois dias. A ver vamos. No entanto, a primeira já está e não consigo conter tanta a alegria que há em mim pela tão desejada vacina que veio aumentar a esperança de um dia de amanhã mais para o "normal". 

Vacinem-se! É seguro, rápido e a nossa única arma para travar esta pandemia! 

Em casa mas com estilo...

E estamos outra vez confinados. Mentalmente estou a insultar o facto de estar em confinamento tal como a maioria dos portugueses, residentes em Portugal Continental (isto porque nas ilhas a história é outra!). Não, não estava a contar ficar outra vez restringida da minha "liberdade" (ou o pouco que restava dela!) e ficar restrita a quatro paredes, desta vez longe de casa e dos meus. Mas quando o futuro parece incerto, não nos resta outra coisa se não respeitar mesmo que estejamos psicologicamente fartos e cansados destas condições em que vivemos, o que é algo compreensível mas mesmo assim, mais que nunca, cabe-nos a nós seguir as recomendações de ficar em casa. 

Eu sei que, para muitos de vocês, ficar em casa significa ver Netflix o dia inteiro, enroscados nas mantinhas no conforto do sofá e... de pijama? O quê? Quem se lembrou disso? Estamos confinados mas não restritos ao nosso armário. Mas alto lá, também não vamos vestir aquele vestido de gala, ou aquele fato promissor de uma ocasião festiva. Cabe a vocês decidir mas, a meu ver, já falei por aqui que é necessário manter uma rotina nestas alturas de confinamento. Quando falo em rotina refiro-me até ao simples facto de se fazer atividades como se fosse um "dia normal". E obviamente que os pijamas, por mais confortáveis que sejam, não foram feitos para estarem grudados ao corpo vinte e quatro horas sobre vinte e quatro horas. 

Daí trazer umas sugestões os nossos queridos lougewear, quer dizer, neste caso, homewear. Estes conjuntos já fizeram furor na quarentena passada mas desde então, foi uma das modas adotadas pelas fashionistas, ganhando, assim, um principal destaque. E para esquecer os pijamas lindos que receberam no natal, esta opção é uma alternativa cheia de estilo, para passar os dias, seja em teletrabalho ou na "ronha" por assim dizer. 

Mas, para vos deixar com ainda mais interesse nesta opção, deixo-vos aqui em baixo, algumas das tantas opções que existem e que são de cortar a respiração. 

Por esse lado, ainda alguém necessita mais motivos para não usar pijama o dia inteiro? 

Espero que esteja tudo bem convosco, protejam-se e fiquem em casa... mas sempre lindas e maravilhosas!

 

 

(Imagens: Pinterest)

Uma viagem no tempo algures por 2020...

Dois mil e vinte,  vinte - vinte, também conhecido, para muitos, como o "pior ano da sua vida". Exceto para mim. Eu que faço parte da minoria que este ano, em termos pessoais, foi dos melhores dos últimos tempos. Foi um ano, no geral, de aprendizados em que todos fomos arrastados, de forma inevitável, para esta loucura que é a pandemia. Fomos postos à prova, completamente fora da nossa zona de conforto, onde os afetos foram todos aniquilados, quase na totalidade, e substituídos pelo distanciamento. 

Quanto a mim, não posso me queixar, 2020 trouxe muita concretização de objetivos. Atrevo-me a dizer que todos aqueles que havia planeado outrora, algures no final de 2019, foram realizados. E agora que olho para trás, vejo que só tenho motivos para agradecer e sentir-me abençoada por este ano incrível, que tirando a pandemia, correu perfeitamente bem superando qualquer expectativa. Cada vez mais acredito que tudo acontece por uma razão e esta pandemia demonstrou a fragilidade e venerabilidade humana, o quão impotentes e pequeninos somos, mas também, vendo o copo meio cheio, toda esta situação atípica colocou certos valores à tona, algo que nem valorizamos antes, até mesmo a nossa liberdade. 

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Para o ano que se avizinha, o principal objetivo, a principal meta é saúde e deixar a vida fluir, sem grandes planos ou expectativas. É viver o momento ao máximo, aproveitar cada segundo e ser grato por isso. 

Portanto, desejo a todos os meus leitores que me acompanharam ao longo deste ano, e de todos os outros anos, a todos vocês um abençoado e luminoso 2021. Que esse ano traga amor, paz, saúde e muita luz. Calma e serenidade e que não esqueçamos os as coisas simples da vida, de as praticar diariamente ao longo dos próximos 365 dias. 

Bom ano para todos vocês.

E um especial obrigada a quem tira um tempinho ler e acompanhar tudo o que se passa por aqui. 

❤️

 

 

 

O CAOS ...

Ontem foi dia de regressar à minha ilha para as férias de natal e eis que deparei-me com o caos face aos tempos que estamos a viver. O caminho de Coimbra para Lisboa foi muito tranquilo, até dormi um pouquinho pois fui bem cedinho para a capital. Cheguei a Lisboa por volta das 11:15h onde fui almoçar e fui para o aeroporto. Tinha o check - in feito, foi só entregar a mala de porão e dirigir-me para sala de embarque. Foi então que delirei com a incompetência e falta de organização dos espaço. A partir do momento em que se passa a primeira segurança, no terminal 1, tem umas escadas onde se sobe e começa a formar a fila para o controlo de segurança onde se passa pelo raio X inclusive. Mas até lá chegar, não se conseguia cumprir as regras de segurança, as filas já se acumulavam nas escadas, as pessoas reclamavam pela falta de organização e falta de distanciamento, regra essa, sendo claramente impossível de respeitar. Até que quando chegamos ao circuito, foi reclamações atrás de reclamações e a partir daí correu tudo normal. Até à sala de embarque que, uma vez mais, era pessoas em cima de pessoas, tudo ao molhe e fé em Deus. Não estava preocupada com os outros até porque já tinha feito o meu primeiro teste à covid que acusou negativo mas sim comigo, uma vez que ninguém sabe onde está o vírus. Tentei desviar-me o máximo que pude, mesmo assim era difícil garantir os dois metros de distância. Nunca vi tal desorganização na minha vida, parecia o fim de mundo. Já aqui na Madeira, tal azáfama só se verificou na recolha das bagagens mas mesmo assim, de longe incomparável com o aeroporto de Lisboa. Depois ao sair do local, passamos por umas portas onde tinha colaboradores a fazer uma triagem se já tínhamos o teste feito ou não e a separar-nos em corredores diferentes com as devidas distâncias cumpridas onde passamos por uma zona de controlo final antes de sairmos para a nossa vida. Nossa vida, quer dizer, cumprir isolamento profilático até sermos contactados pelas autoridades de saúde para a realização do segundo teste.

Tenho, uma vez mais, que aplaudir pela organização e controlo feito no aeroporto da Madeira e lamentar a vergonha que é o aeroporto de Lisboa que não está nem um pouco preparado face a esta situação pandémica que se vive atualmente. É que é só lamentável, um escândalo e um despautério, a aglomeração de pessoas naquele espaço que levou mesmo a questionar-me se estava num aeroporto ou nas filas da Black Friday. Uma desilusão... enfim!

Como reforçar o sistema imunitário?

Com a chuva e o frio que já se faz sentir lá fora e com a COVID espalhada por aí, temos mais que motivos para fortalecer o nosso sistema imunitário. O principal objetivo é fortalecer o sistema imunitário para evitar a gripe sazonal e "tentar" (sim porque até agora não uma "receita" infalível) afastar o covid diante de nós. No fundo, se juntar-mos estas dicas com as práticas já implementadas da DGS - Direção Geral da Saúde, que todos nós já estamos cansados de saber, aí o risco de obter este vírus é menos, porém é impossível estimar quanto a números a redução desse risco uma vez que ninguém está imune e todos nós já percebemos isso, no entanto, pode ser evitado. 

Foi por isso que eu trouxe esta ideia para vocês para vos mostrar, também, alguns dos truques que utilizo para tentar escapar às gripes e consequentemente aos antibióticos e a todos os químicos associados. Estão prontos para anotar as dicas? Vai valer a pena, acreditem. 

Na alimentação 

  • Frutas cítricas como laranja, toranja, kiwi, tomate, são ricos não só em vitamina C, vitamina indiscutivelmente importante nesta época, mas também em antioxidantes, que também é interessante para o sistema imunitário. Já que estamos a falar em antioxidantes, podem encontrá-lo também nos frutos vermelhos, no chocolate negro, no café, no chá verde, na maçã, no feijão, nos legumes verdes escuros, etc. 

 

  • Alimentos ricos em zinco. Podemos encontrar este mineral na carne, nos cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas, tais como feijão, grão de bico, lentilha, ervilha. 

 

  • Oleogenosas. Para além de conterem zinco as oleogenosas são ricas também em vitamina E. Quem fala em oleogenosas refere-se às nozes, castanhas, amêndoas e a óleos vegetais, tais como os de girassol, gérmen de trigo, milho e canola. Elas são altamente benéficas sobretudo para os idosos pois ajudam no combate à diminuição da atividade do sistema imunitário. 

 

  • Gengibre. Principal fonte de vitamina C, vitamina B6 e com ação anti-inflamatória. Este é, também um dos meus aliados para a defesa do sistema imunitário e também no combate às inflamações de garganta. 

 

  • Óleo de Coco. Os ácidos láurico e cáprico presentes neste óleo tem propriedades especificas capaz de modular o sistema imunitário. Ele age contra fungos, vírus e bactérias. Tudo o que a gente precisa, não acham?

 

Saúde Intestinal 

Um facto interessante: sabiam que mais de 70% das células imunológicas situam-se nas paredes intestinais? Daí a ser importante ter uma boa saúde intestinal. O sistema digestivo desempenha um papel fulcral no metabolismos de toxinas do corpo fazendo parte do nosso sistema desintoxicante natural. 

Uma alimentação mais rica em fibras e alimentos grosseiros, como é o caso de alimentos vegetais, os grãos integrais, as nozes, sementes, legumes e frutas que o nosso corpo não consegue digerir, ajuda na rápida remoção de toxinas através do intestino. E claro que também não nos podemos esquecer dos líquidos que também ajudam imenso na saúde intestinal. 

 

Hábitos 

  • Pratica de exercício físico regularmente. Há estudos que indicam que o exercício físico regular aumenta a circulação de glóbulos brancos no organismo. Os glóbulos brancos são células imunológicas cujo o principal objetivo é identificar e "matar" qualquer patógeno causador de doença. Para além disso, manter-se em movimento é importante para aumentar a frequência cardíaca bem como a temperatura do corpo, factores que contribuem para combater as bactérias. 

 

  • Redução no álcool. Posso fazer uma piada? Quando se fala em reduzir no álcool não é no álcool gel! O consumo de álcool compromete o nosso sistema imunitário na medida em que as macro moléculas presentes nele é, sobretudo, açúcar puro. Quando há um elevado consumo de açúcar há, por outro lado, uma redução da capacidade do nosso corpo em responder à ameaça uma vez que diminui a produção de glóbulos brancos no nosso organismo ficando, assim, mais suscetíveis aos vírus e bactérias.

 

  • Uma boa noite de sono. Não só para um efeito rejuvenescedor ou repousante, uma noite bem dormida também tem impacto no nosso sistema imunitário uma vez que melhoram a produção de citocinas anti - inflamatórias e células assassinas que melhoram a capacidade do organismo combater a inflamação. 

 

Suplementação

Devemos reconhecer que por vezes a alimentação, por mais variada que seja, só por si não nos previne a 100%, aliás, a suplementação e os seus benefícios tem despertado muita atenção por parte de nutricionistas, atletas, desportistas e até mesmo para as pessoas meramente comuns quando o seu objetivo é suplementar a sua alimentação para garantir, neste caso, um reforço ainda maior do sistema imunitário. É plausível aliar os suplementos alimentar com uma alimentação equilibrada. Aqui ficam alguns suplementos maravilhosos que ajudam no reforço do sistema imunitário. 

  • Vitamina D
  • Vitamina C
  • Echinacea
  • Glutamina 
  • Zinco

 

E com isto chegamos ao fim de um post demasiadamente informativo cheio de truques e dicas para um melhor reforço do sistema imunitário sobre tudo nesta época em que, mais do que nunca, precisamos de garantir que de facto ele funciona bem. Contudo, não pudemos esquecer da vacinação contra a gripe, de se agasalhar e proteger do frio e da chuva e não menos importante, respeitar as normas impostas pela DGS para salvaguardar a saúde de todos nós. Lembrando que tudo isto começa pela iniciativa própria. 

Cuidem-se sempre.

 

 

 

 

Viajar em tempos de pandemia

Muito se tem falado sobre viajar em tempos de pandemia, aqueles tempos estranhos que requer um maior cuidado. Eu evito ao máximo tudo o que exige mais concentração de pessoas e viagens foi daquelas coisas que mais tive medo, no entanto, era algo que não poderia adiar.

Como já houvera referido outrora, fui colocada, na primeira fase de concurso nacional, na Universidade de Coimbra, a minha primeira opção e claro que não iria deixar escapar esta vaga no meu curso por causa desta (maldita) pandemia. No entanto, sou muito consciente de todos os "riscos" de acordo com as circunstâncias (que, desde já, são iguais a qualquer outra pessoa sem patologias associadas) que viria a correr. E claro que tudo isto não foi levado de ânimo leve mas arrisquei e lá vim eu com metade da Madeira às costas pronta para mais uma aventura, uma nova etapa da minha vida. 

Quanto à minha experiência na viagem Funchal - Lisboa, tenho vários aspectos que considerar mas posso, desde já, garantir que tudo foi MUITO seguro e tranquilo. Chegámos ao aeroporto ainda o sol dormia, apanhámos o primeiro voo da TAP desse dia. Despachámos a bagagem de porão, respeitando a sinalética utilizada no chão, mantendo assim os dois metros de distanciamento social, depois fomos para a sala de embarque, onde mais uma vez todas as normas, desde a máscara ao distanciamento, estavam bem presentes, passámos na zona de segurança do aeroporto e seguimos para as portas de embarque, tudo de forma muito calma e segura. Nestas zonas, deparámos com vários postos de solução à base de álcool gel para manter as mãos devidamente higienizadas e desinfetadas.

O maior medo, o avião. Não pelo facto de viajar pois é algo que pessoalmente adoro, mas sim por estar num sítio fechado com muitas pessoas ao meu redor. Tinha muito receio se alguém teimasse em não colocar devidamente a máscara de proteção, no entanto, nada passou de um receio e toda a gente cumpriu, de forma exemplar, quanto a esse aspecto. 

Chegamos a Lisboa, fomos de "autocarro" até ao terminal 1 para buscar a bagagem e sair dali. Aí o pânico instalou-se. Distanciamento de dois metros era inexistente. Ao contrário do Aeroporto da Madeira, havia poucos postos para a desinfeção das mãos, já para nem falar que não havia qualquer formulário ou teste para fazer antes de seguir cada um a sua vida. E as setas e toda a sinalética adotada? Nada era respeitado. Um caos! Por momentos pensei que estava a reviver os velhos tempos sem Covid, aqueles em que uma pessoa era" livre", só que desta vez a "brincar" às máscaras.

No entanto, já estamos em Coimbra, estamos bem, não apresentamos qualquer sintoma associado à Covid, graças a Deus! Os meus pais voltam à ilha dentro de poucos dias onde vão efectuar testes à Covid à chegada. Temos desinfetado vezes sem conta as mãos, usado máscaras até mesmo na rua, ao ar livre. Tomando, assim, todas as precauções possíveis e imaginárias para que tudo corra bem. 

Para concluir, só gostaria que o Governo Português desse um pouco mais de atenção a esta questão dos aeroportos onde circulam diariamente imensas pessoas de todas as partes do mundo. Acho que não seria má ideia haver mais restrições e apertar mais nas medidas à chegada, não só de passageiros estrangeiros mas também passageiros do nosso país. Ninguém tem escrito na testa que está infetado com Covid - 19. É só a minha opinião, vale o que vale. 

A " segunda vaga"

Muito se ouve falar sobre a "segunda vaga" da pandemia de COVID - 19. Mas fico confusa com a quatificação "segunda" para o termo "vaga" quando se trata das infeções de COVID seja em Portugal ou até mesmo no mundo. Digo isto porque há uma discordância entre os dados que levam a crer que efectivamente estamos perante uma "segunda vaga" quando sabemos que a primeira ainda nem passou e está tão longe disso?! Quais são os critérios científicos ou os dados que sustentam esta afirmação?

A meu ver, para haver uma segunda vaga ou uma segunda onda de COVID, a primeira vaga já devia ter sido dada como (quase) extinta. E digo isto porque se formos a ver os números podemos concluir que contrariam esta teoria de uma segunda volta e não, em nenhum país do mundo, o número de casos de infeções desceu drasticamente ou apontou um diagnóstico de um número de casos diários perto dos zero ou mesmo nos zero. Quer dizer, a única região portuguesa onde se pode considerar que está a enfrentar a tal segunda vaga, como eles dizem, é a Região Autónoma dos Açores, que após imensos dias sem apresentar registos de novas infeções de COVID - 19, voltou a registar novos casos. De resto, acho que não devemos falar em segunda vaga quando o número de casos diários a contrariam.  

Não sei se isto é implicância da minha parte ou falta de pretextos que levam a justificar tal aumento dos números. Enfim... vamos lá fazer o quê? Não é verdade?! No entanto, espero que depois deste post que fique bem explicito que precisamos de saber os critérios que levam as autoridades competentes bem como a comunicação social a acreditarem que estamos perante uma segunda vaga (ou não!!). 

São João em tempos de Covid

Junho é o mês dos Santos Populares. Aqui, na Madeira, o mais festejado é São João. Todos os anos o ponto de encontro para este tipo de festa é a promenade, junto à praia onde se reencontra amigos e conhecidos, pessoas que já não vemos nem falamos a algum tempo pelas diversas circunstâncias da vida. Todos os anos, nesse mesmo ponto de encontro, faz-se um piquenique onde se leva já cozido de casa atum escabeche, batata cozida, feijão e faz-se ali uma ceia. Isto tudo na véspera. E quando bate as doze badaladas, os mais corajosos atrevem-se a mergulhar no mar gélido ou simplesmente molhar os pés como manda a tradição. Este ano, pelas circunstâncias que vivemos, não será nada assim! Será diferente. Será estranho. Estranho por não puder repetir a tradição nem as celebrações, estranho porque não haverá os banhos à meia noite, enfim. Este ano, não haverá São João, nem convívios que permitam o ajuntamento de pessoas, tal como em todo o país. Este ano será apenas mais um dia que será lembrado não pelo convívio, não pelas gargalhadas nem pelos abraços mas sim pelo ficar em casa. Mas se só assim podemos contribuir para que não haja um novo aumento de casos, então que assim seja. 

Que para o ano, se tudo correr bem, voltaremos a invadir as ruas com cores, alegria, música e muita diversão mas por enquanto, este ano, viveremos uma outra realidade, talvez como aprendizado de dar o devido valor à liberdade que tínhamos, quiçá!

Uma questão de voltar...

Após dois meses duros de quarentena, dois meses a treinar em casa com a ajuda da app Nike Training Club com somente o peso do corpo a atuar, estou de regresso! Não há palavras para descrever toda a emoção que senti a partir do momento em que entrei pela aquela porta, muito menos palavras para descrever toda energia ali dentro, os olhares, os sorrisos, a alegria e a saudade de voltar. Parecia tudo tão irreal. Parecia tudo um sonho. Depois de dois meses de medidas tão restritas, puder voltar a treinar é um privilégio que aqui, na Madeira, podemos usufruir.

Fiz o meu percurso desde casa até ao ginásio mentalizada de que deveria começar devagar, com calma, para o corpo não sentir tanto impacto ao ponto de depois sofrer alguma lesão, foi isso que fiz, aumentando os pesos devagar, sem pressas, durante as séries e quando dei por mim, já lá estava eu, com a carga do costume. Já tinha tantas saudades! 

Entrei no ginásio, pela diabetes, mas também pelo peso que tinha a mais, que estava a tornar o meu corpo resistente à insulina, perdi peso e ganhei massa muscular. E durante muito pouco tempo descobri que aquele sítio não era só para tratar do físico mas também da mente. E é ali onde o mente e corpo unem-se e provam-te que afinal são um só. E é aí em que te apercebes do quão forte podes ser. E é também ali em que  toda a ansiedade, todas as frustrações e emoções negativas transformam-se em algo maior, mais belo e mais prazeroso, mais puro e positivo. Por isso, quando a Covid tirou o ginásio de mim, era como se tivesse tirado algo de mim, no qual tive que arranjar alternativas. Comecei com os diretos do meu próprio ginásio e juntei a minha aplicação. Saltei dos jeans para as leggings com a promessa de que todos os dias ia treinar (com a exceção do domingo, esse era dia de recuperar os músculos) e só assim pude ter a certeza que o meu corpo iria responder bem ao regresso. 

Mas digam o que quiserem dizer, a verdade é que nada é tão bom e eficaz do que voltar àquele cantinho pelo qual já o trato por "o meu lugar feliz" pois é ali que tudo se alinha e que cada gota de suor é mais um passo ao meu objetivo, e que todas as dores ao fim de duas horas depois do treino valem a pena. 

Por isso, estou de volta ao meu cantinho mais feliz do que nunca!

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E que bem que soube voltar. 😊

 

Regresso ao Trabalho Depois da Quarentena em Grande Estilo

E o país continua a desconfinar aos poucos, devagar bem devagarzinho tudo está a retomar à "normalidade". Com a implementação restrita de inúmeras regras, há um retomar das rotinas e com isso o trabalho. Para muitos, segunda feira, dia 18 de março, é dia de regresso ao trabalho e vamos assegurar o regresso com grande estilo e com todas as precauções necessárias de modo a evitar a tão temida 2ª vaga. Para isso, não se esqueçam de adicionar o hábito de usar máscara (eu sei que é difícil mas é uma questão de hábito e de saúde!), o hábito frequente de lavar [com sabão] e desinfetar as mãos, com uma solução à base de álcool gel, o hábito de manter o distanciamento social de 2 metros, guardando os afetos para nós mesmos, eu sei que nós, portugueses, somos muito dados a abraços e beijinhos, mas esta não é a altura mais indicada para o fazer pois nunca se sabe onde está o vírus. 

Por isso aqui vai algumas ideias para regressar-mos ao trabalho em grande estilo.

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Macho Moda - Blog de Moda Masculina: TRUQUES em LOOKS BÁSICOS para MUDAR o seu VISUAL, dicas fáceis pro dia a dia!

 

E pronto, espero que tenham gostado das ideias.

Bom regresso a todos! Protegem-se!

 

(Imagens: Pinterest)

 

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