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Conversas e Café

A " segunda vaga"

Muito se ouve falar sobre a "segunda vaga" da pandemia de COVID - 19. Mas fico confusa com a quatificação "segunda" para o termo "vaga" quando se trata das infeções de COVID seja em Portugal ou até mesmo no mundo. Digo isto porque há uma discordância entre os dados que levam a crer que efectivamente estamos perante uma "segunda vaga" quando sabemos que a primeira ainda nem passou e está tão longe disso?! Quais são os critérios científicos ou os dados que sustentam esta afirmação?

A meu ver, para haver uma segunda vaga ou uma segunda onda de COVID, a primeira vaga já devia ter sido dada como (quase) extinta. E digo isto porque se formos a ver os números podemos concluir que contrariam esta teoria de uma segunda volta e não, em nenhum país do mundo, o número de casos de infeções desceu drasticamente ou apontou um diagnóstico de um número de casos diários perto dos zero ou mesmo nos zero. Quer dizer, a única região portuguesa onde se pode considerar que está a enfrentar a tal segunda vaga, como eles dizem, é a Região Autónoma dos Açores, que após imensos dias sem apresentar registos de novas infeções de COVID - 19, voltou a registar novos casos. De resto, acho que não devemos falar em segunda vaga quando o número de casos diários a contrariam.  

Não sei se isto é implicância da minha parte ou falta de pretextos que levam a justificar tal aumento dos números. Enfim... vamos lá fazer o quê? Não é verdade?! No entanto, espero que depois deste post que fique bem explicito que precisamos de saber os critérios que levam as autoridades competentes bem como a comunicação social a acreditarem que estamos perante uma segunda vaga (ou não!!). 

Coisas que me fazem confusão #3

Estou completamente estupefacta com a realidade dos canais de animação desta nova geração. Não sei bem por onde começar, talvez pelo início mas sinceramente... 

Toda esta minha "revolta" e confusão começou quando eu estava com o meu primo de (quase) 2 anos e estávamos a ver um canal de desenhos animados e fiquei chocada com aquilo, diga-se de passagem. Não sei o que se está a passar. Primeiro, o Noddy já não é mais o Noddy, pois com o avanço das tecnologias, com a animação a três dimensões, os desenhos animados perderam o brilho. Já não são mais fofinhos, em vez disso, passaram a ser qualquer coisa como assustadores, ao ponto de me perguntar, "mas o que é isto?". 

Já para não falar do enredo das histórias são muito violentas, agressivas e impactantes para as crianças pequenas. As lutas, as guerras, as discussões entre personagens deixam-me inquieta uma vez que as crianças que são esponjas, absorvem toda essa informação e reproduzem-na nas escolas ou entre família e/ou brincadeiras com outras crianças. 

Pergunto-me onde estão os valores como a amizade, o afeto? Foi tudo substituído por guerras, lutas de entre as personagens? É isto que nós queremos para o futuro destas novas gerações? Gostava tanto quando era a minha geração, os ursinhos carinhosos, o Noddy, o Ruca, a Barbie, agora, confesso que tudo se perdeu. O que é triste e ligeiramente revoltante. Sinceramente, preferia que o meu priminho nem ligasse àquilo, uma vez que os desenhos animados andam a perder toda e qualquer credibilidade pedagógica. Como é que as crianças podem ser capazes destingir o bem do mal se, na verdade, 80-90% dos conteúdos de animação que passam nestes canais são de maus valores? Não sei... Só acho triste. 

 

 

Coisas que me fazem confusão #2

Se no primeiro post de "Coisas que me fazem confusão" falei de moda e de um acessório mais criativo e pitoresco (para os interessados ou para os mais distraídos cliquem aqui) hoje vim falar de uma outra coisa mas desta vez a nível de valores que a sociedade de hoje está a perder e algo que me aflige capaz de mexer com o meu sistema nervoso e inclusive deixar os meus cabelos em pé. Crianças pequenas e tecnologia. 

Já não é a primeira vez que vou a algum sítio, a um café ou a uma esplanada ou até mesmo a um restaurante e vejo crianças bem pequenas a ver vídeos enquanto que os pais estão reunidos com um grupo de amigos. Houve até um episódio em que uma criança estava a fazer uma birra muito normal para a sua idade e o pai mete um vídeo do panda no YouTube e automaticamente a criança cala-se, como por magia. 

Caros pais, isto é tudo muito bonito e serve muito bem para "acalmar", "distrair" ou "entreter" os vossos bebés mas será saudável para eles? Nem ponho em causa os futuros problemas de visão, isso é o mal menor, mas estou a falar em termos cognitivos. As crianças estão num período de crescimento e desenvolvimento, as birras, os choros, a teimosia, fazem parte do seu comportamento que precisa de ser moldado e estimulado por parte dos pais. Teremos que colocar a geração do futuro, adultos do amanhã, ainda bebés colados às telas dos telemóveis e tablets? Na minha opinião, acho que é cedo demais (e eu comecei a utilizar a internet com 6 anos de idade!!), a criança deve ter tempo para crescer, se desenvolver, se relacionar com o meio ambiente e com quem as rodeia afastadas deste mundo, desta realidade, longe das tecnologias. Há tempo para tudo e há prioridades que os pais devem ou pelo menos deveriam ter mais em conta porque no fundo, pelo andar da carruagem, estamos a criar pequenos robots em vez de seres humanos.

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Os bebés necessitam antes de aprender as coisas mais básicas da vida, os afetos, o carinho, a atenção. Necessitam primeiramente de se desenvolverem, ter o seu espaço, aprender a brincar. A tecnologia é das últimas coisas que uma criança, na sua fase de crescimento e desenvolvimento cognitivo necessita. Portanto, queridos papás, se amam as vossas crianças, trabalhem com elas e estimulem a sua parte cognitiva e emocional. A tecnologia pode substituir muita coisa mas ainda não substitui o lado mais humano do nosso ser. E às vezes dizer não, por muito que nos custe, é uma boa forma de ensinar às nossas crianças que as coisas na vida não acontecem sempre da forma que mais queremos que aconteçam. Elas têm de saber distinguir, primeiramente, que há coisas que são delas e outras são dos pais, a tecnologia pertence ao mundo dos pais e não das crianças. 

 

 

(Imagem: Google)

Coisas que me fazem confusão #1

Deixe-me lá ridicularizar um pouco a minha reação logo que vejo coisas deste género. Pode ser muito bonito, pode estar na moda mas continuo a achar a ideia muito descabida. Malas Redondas. A loucura entre as fashionistas. Não há uma única vez que não abra as minhas redes socias, sobretudo o Instagram, e não veja pelo menos umas três ou quatro fotos de pessoas diferentes a usar este item com uma pinta do caraças (desculpem-me lá a utilização desta gíria!). Mas ao mesmo tempo que eu gosto, dou por mim no meu pequeno mundo, muito distante, a milhas da Terra, e começo a pensar no porquê de terem inventado malas neste formato.

Não, não estou a exagerar quando digo que isto mexe-me com o psicológico e vou mostrar-vos os meus argumentos que acabaram por mexer convosco também. 

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Gaia's Luna- Natural - PREORDER

A moda tem de facto estas coisas extraordinárias. Para os designers o céu é o limite. Por um lado, adoro esta perspetiva mais criativa e estou sempre à criatividade e originalidade desta industria mas por outro lado, este acessório ainda não me encantou ao ponto de eu querê-lo adquirir. 

A verdade é que ainda faz-me confusão o facto de como tirar o máximo proveito, em termos de arrumação, destas malas visto que o telemóvel é retangular, a carteira idem aspas. Ou seja, se a maior parte dos objetos que nós, mulheres, transportamos diariamente nas nossas malas são retangulares, como conseguiremos nós guardá-los de forma "civilizada" nestas malas? Por favor alguém que me explique pois a mim parece-me missão (quase) impossível. 

 

(Imagens:Pinterest)

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