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Conversas e Café

PUMATRAC - a nova app de fitness

Com a chegada desta segundo confinamento, não há desculpas para deixar os treinos mesmo que sejam em casa. E hoje, vim partilhar convosco a minha mais recente descoberta de uma app para treinar em casa. É a PUMATRAC. Tal como a Nike e a Adidas, a Puma também lançou uma app para treinos em casa em que juntou várias pessoas do mundo do fit para elaborar treinos que compõe os diferentes níveis, adequados para a condição física de cada um, desde treinos para iniciantes, intermédios e avançados, vocês conseguem escolher, o grau de exigência e a área específica que querem trabalhar. 

Já partilhei na outra quarentena que estava a utilizar a Nike Training Club, que continua no top de aplicações de fitness que eu gosto para me exercitar em casa, no entanto, comecei a ficar "cansada" com a monotonia dos exercícios de cada treino, achando repetitivo até. E foi aí que decidi experimentar esta e confesso que fiquei muito surpreendida. Outro ponto a favor desta app é que vocês não necessitam de descarregá-la obrigatoriamente, isto é, podem fazer exercício através do site precisando, sim, apenas de criar uma conta onde deve ser inserido os dados necessários para adequar os treinos e app recomenda alguns treinos para vocês mas isso não significa estar limitados aos mesmos. Alias, a app/site permite escolher entre treinos mais curtos, treinos de alta intensidade (HIIT), treinos de força e muitos outros e podem ainda, adicionar treinos aos favoritos para o voltar a fazer um dia mais tarde. 

Resultados: São treinos que, na minha opinião, e de todos os que já fiz, quando vocês acabem sentem-se bem e cheios de energia, cansados e transpirados mas sem dor, como se não tivessem trabalhado demasiado aquela área, no entanto, essas dores só chegam no dia seguinte. 

Recomendo-a sinceramente, os exercícios são diferentes e têm muitas opções de treinos para escolher. 

Vocês já a conheciam?

 

(Imagem: Google)

Músicas para Stories #2

Voltei com a segunda parte de uns dos posts mais vistos aqui no blog. Quem está preparado para a parte de dois de sugestões de músicas para o vosso stories? Hoje vim deixar-vos com um mood mais calmo, tranquilo e relaxante. Ou seja, ao contrário da primeira publicação (link aqui), esta ganhou um outro nível, mais relaxante e melancólico para as vossas publicações. Pode ser que até conheçam algumas, ou a maior parte, ou talvez não, mas prometo que vamos sair do cliché musical que tanto se ouve por aí. Vamos a isso?

E assim terminamos mais um post repleto de ideias de músicas para stories, sobretudo para aqueles dias mais melancólicos. 

Espero que tenham gostado.

Até ao próximo post. 

 

P.S.: não se esqueçam de acompanhar o meu insta (@julianamf1609) que está a acontecer muita coisa por lá e ficar a par das novidades no Reels. ☺️

Bridgerton - A Opinião

Voltei com mais um post daqueles que vocês mais gostam de ver por aqui. Vamos falar sobre séries? Esta é uma das mais recentes da Netflix, saiu dia de natal, a 25 de dezembro de 2020 e eu só vi na semana passada. Não, não foi falta de curiosidade, foi mesmo por querer focar-me e dedicar-me a duzentos por cento nos estudos, porque época de exames é sempre muito atribulada, e decidi por bem deixar a Netflix de lado por uns tempos. Foi necessário. Mas agora que já a vi, depois de todo o rebuliço nas redes sociais, ainda há pessoas que estão indecisas sobre ver ou não esta série. Então se também fazem parte desse grupo de pessoas, deixo-vos aqui a minha mera opinião (que vale o que vale, atenção!) sobre ela. 

Sinopse:

"Baseada no livro best-seller de Julia Quinn, Bridgerton mergulha no mundo sensual, luxuoso e competitivo da alta sociedade londrina do início do século 19. Na época, a família Bridgerton, composta por oito irmãos, se esforça para lidar com o mercado de casamentos, os bailes suntuosos de Mayfair e os palácios aristocráticos de Park Lane. Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha do respeitado clã, se encontra à procura de um marido adequado. Como seus pais, ela gostaria de se casar por amor, mas o irmão mais velho atrapalha seus planos e torna ainda mais difícil sua busca. Quando Daphne conhece o duque de Hastings (Regé-Jean Page), o solteiro mais requisitado da temporada, as faíscas brilham entre os dois. Não bastasse o fato de ambos agirem como se não estivessem interessados um pelo outro, um escândalo preparado por Lady Whistledown (na voz de Julie Andrews) faz com que o nome de Daphne seja manchado. Para se defender das calúnias, ela decide se aliar ao rebelde duque, colocando à prova os valores e as aparências da elite de Londres." *

Opinião:

Vou ser sincera, não sou muito de séries de época, mas esta cativou-me de um modo especial. Já tinha ouvido falar tão bem dela que a cada comentário que lia sobre a série mais curiosidade acrescia dentro de mim e corroía - me toda por dentro. Tenho que vos dizer, VALE A PENA CADA SEGUNDO! Adorei a história, que é baseada numa história verídica, e a relação da Daphne e do Simon (A.K.A Duque de Hastings) é qualquer coisa (#goals). Mas as histórias das personagens secundárias também são fascinantes o que torna a série com ainda mais consistência. E é tão interessante como todo o enredo evolui desde o primeiríssimo episódio até ao último segundo do episódio oito. Juro que vale muito, mas mesmo muito, se deliciar com esta série, entre amor, vingança, cobiça, conseguimos aprender e tirar partidos de muitas lições que estão presentes no decorrer da temporada e perceber as razões das personagens reagirem assim no entanto, necessita de associações para as interpretar. No entanto, não considero que seja exaustiva, muito pelo contrário, despachei-a em pouco menos de dois dias portanto, acho que deu para entender o quão interessante e o quão ela me prendeu ao ecrã. 

Já quero a segunda temporada. 

Quem já viu, o que achou? 

 

( *Sinopse retirada do site Adoro Cinema )

(Imagem: Google)

Em casa mas com estilo...

E estamos outra vez confinados. Mentalmente estou a insultar o facto de estar em confinamento tal como a maioria dos portugueses, residentes em Portugal Continental (isto porque nas ilhas a história é outra!). Não, não estava a contar ficar outra vez restringida da minha "liberdade" (ou o pouco que restava dela!) e ficar restrita a quatro paredes, desta vez longe de casa e dos meus. Mas quando o futuro parece incerto, não nos resta outra coisa se não respeitar mesmo que estejamos psicologicamente fartos e cansados destas condições em que vivemos, o que é algo compreensível mas mesmo assim, mais que nunca, cabe-nos a nós seguir as recomendações de ficar em casa. 

Eu sei que, para muitos de vocês, ficar em casa significa ver Netflix o dia inteiro, enroscados nas mantinhas no conforto do sofá e... de pijama? O quê? Quem se lembrou disso? Estamos confinados mas não restritos ao nosso armário. Mas alto lá, também não vamos vestir aquele vestido de gala, ou aquele fato promissor de uma ocasião festiva. Cabe a vocês decidir mas, a meu ver, já falei por aqui que é necessário manter uma rotina nestas alturas de confinamento. Quando falo em rotina refiro-me até ao simples facto de se fazer atividades como se fosse um "dia normal". E obviamente que os pijamas, por mais confortáveis que sejam, não foram feitos para estarem grudados ao corpo vinte e quatro horas sobre vinte e quatro horas. 

Daí trazer umas sugestões os nossos queridos lougewear, quer dizer, neste caso, homewear. Estes conjuntos já fizeram furor na quarentena passada mas desde então, foi uma das modas adotadas pelas fashionistas, ganhando, assim, um principal destaque. E para esquecer os pijamas lindos que receberam no natal, esta opção é uma alternativa cheia de estilo, para passar os dias, seja em teletrabalho ou na "ronha" por assim dizer. 

Mas, para vos deixar com ainda mais interesse nesta opção, deixo-vos aqui em baixo, algumas das tantas opções que existem e que são de cortar a respiração. 

Por esse lado, ainda alguém necessita mais motivos para não usar pijama o dia inteiro? 

Espero que esteja tudo bem convosco, protejam-se e fiquem em casa... mas sempre lindas e maravilhosas!

 

 

(Imagens: Pinterest)

Os meus essenciais para o frio...

Primeiro post do ano com temperatura na ordem dos 2ºC neste exato momento em Coimbra. Nunca pensei, alguma vez, sentir tanto frio na minha vida nem que houvesse tanta discrepância de temperaturas que o inverno na Madeira. Mas, uma pessoa habitua-se, em tempos de pandemia parece que fica mais fácil aquecer visto que a maior parte do dia é passada em casa, debaixo dos cobertores, com muita roupa vestida, uma pessoa habitua-se. 

Mas hoje decidi partilhar convosco os meus essenciais para este gelo descomunal, muitas dicas que mudaram a minha vida de uma tal forma que já nem quero saber de outra coisa. 

 

1. Collants Térmicas

Vocês não têm noção do que estão a perder caso não as tenham. Devo ter, sem exagerar, umas sete ou oito. E faço tanto uso delas, seja para dormir visto-as por baixo do pijama ou para o meu dia a dia, mesmo por baixo dos jeans, elas estão sempre presentes. E sem querer publicitar as lojinhas do chinês, que são na verdade igual a tantas outras, são um dos melhores investimentos que vocês podem fazer na vossa vida e há para homem como para mulher.  

 

2. Camisolas de Lã

As chamadas sweats, são um must have nestes dias frios. E a melhor parte é que recebi mais delas no natal, alargando, ainda mais a minha coleção. São maravilhosas, tenho que admitir. Para além de muito quentinha, dá para compor inúmeros outfits com elas sem perder o estilo. E são tão quentinhas. 

 

3. Casaco preto

Um outro investimento incrível que fiz foi o meu casaco preto da Zara. Há muito que queria um casaco preto e ainda fico perplexa o quão ele já se tornou imprescindível para estes dias de frio. Comprei-o em novembro, ainda antes de saber o que era frio mas ele tem sido o meu melhor amigo desde então.

Ref: 3046/304 | 39,95€

 

4. Camisolas térmicas 

Tal como as collants térmicas, uma outra coisinha indispensável neste inverno são as camisolas térmicas. Já não consigo viver sem elas. Faço sobreposição de camadas com elas antes de colocar a camisola que quero que se veja ou até mesmo por baixo da sweat, para garantir que estou bem quentinha. E tem sido assim os meus dias, sempre que vou sair ou para ir para a faculdade ou para fazer o básico (e ao básico, na minha perspectiva é ir ao supermercado, à padaria ou à farmácia!) não consigo resistir e uso-as. 

 

5. Pijamas Polares 

Até podem gozar da minha pessoa quando eu referir que por baixo dos pijamas polares ainda me atrevo a usar collants térmicas, sim é verdade. Mas não consigo adormecer se não me sentir confortável e tal conforto também implica estar quentinha. Não vou negar o quão os pijamas polares são, para mim, algo a ter em consideração para este frio terrível. E sim, têm sido a minha salvação para proteger do frio. Ainda assim, coloco um casaco de pelo por cima do pijama para dormir ainda mais quentinha. E não, não estou a exagerar, não é nada fácil viver com temperaturas que lá fora rondam os 2 ou 3ºC à noite. 

 

6. Mantas Polares

Tenho duas e já não sei viver sem elas. Podem achar que isto é uma hipérbole mas para mim, menina da ilha, que reclamava de frio quando faziam 13ºC, claramente que não estava preparada para o que aí vinha. Agora, quando o termómetro marca 13ºC, para mim, é motivo para festejar. Por isso, acho tão essencial as minhas mantinhas, até mesmo, e especialmente, quando estou na minha secretária a estudar, é tão bom estar enroscada de qualquer das formas a elas. 

 

7. Gorros com Pompons 

Devo admitir que tenho algum atraso cognitivo quando se trata a gorros com pompons. Não sei porque raio é que sempre que vejo um, apetece-me logo comprar. Não sei bem explicar. Já tenho uma "coleção" deles seja com pelo por dentro ou de cores diferentes, são sempre a minha opção e acho que fico incrivelmente fofa com eles na cabeça portanto, mais um motivo para a minha veia consumista se sobressair. 

 

8. Hidratante Labial

Se não fosse o meu Carmex, o que seria de mim? Com este frio e tirando o facto de usar máscara, os meus lábios ficam gretados e extremamente sensíveis e confesso que desde que o testei, já nem quero saber de outra coisa. E para quem ainda não viu, fiz review dele com todas as informações detalhadas sobre ele inclusive onde comprar e o preço dele. 

 

E pronto meus amores, foram estes os meus essenciais para o frio. 

Protejam-se deste frio, mantenham-se sempre hidratados, sobretudo com bebidas quentes com chás, por exemplo, e agasalhem-se bem.

Bom ano meus lindos!

 

 

 

 

 

Uma viagem no tempo algures por 2020...

Dois mil e vinte,  vinte - vinte, também conhecido, para muitos, como o "pior ano da sua vida". Exceto para mim. Eu que faço parte da minoria que este ano, em termos pessoais, foi dos melhores dos últimos tempos. Foi um ano, no geral, de aprendizados em que todos fomos arrastados, de forma inevitável, para esta loucura que é a pandemia. Fomos postos à prova, completamente fora da nossa zona de conforto, onde os afetos foram todos aniquilados, quase na totalidade, e substituídos pelo distanciamento. 

Quanto a mim, não posso me queixar, 2020 trouxe muita concretização de objetivos. Atrevo-me a dizer que todos aqueles que havia planeado outrora, algures no final de 2019, foram realizados. E agora que olho para trás, vejo que só tenho motivos para agradecer e sentir-me abençoada por este ano incrível, que tirando a pandemia, correu perfeitamente bem superando qualquer expectativa. Cada vez mais acredito que tudo acontece por uma razão e esta pandemia demonstrou a fragilidade e venerabilidade humana, o quão impotentes e pequeninos somos, mas também, vendo o copo meio cheio, toda esta situação atípica colocou certos valores à tona, algo que nem valorizamos antes, até mesmo a nossa liberdade. 

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Para o ano que se avizinha, o principal objetivo, a principal meta é saúde e deixar a vida fluir, sem grandes planos ou expectativas. É viver o momento ao máximo, aproveitar cada segundo e ser grato por isso. 

Portanto, desejo a todos os meus leitores que me acompanharam ao longo deste ano, e de todos os outros anos, a todos vocês um abençoado e luminoso 2021. Que esse ano traga amor, paz, saúde e muita luz. Calma e serenidade e que não esqueçamos os as coisas simples da vida, de as praticar diariamente ao longo dos próximos 365 dias. 

Bom ano para todos vocês.

E um especial obrigada a quem tira um tempinho ler e acompanhar tudo o que se passa por aqui. 

❤️

 

 

 

O CAOS ...

Ontem foi dia de regressar à minha ilha para as férias de natal e eis que deparei-me com o caos face aos tempos que estamos a viver. O caminho de Coimbra para Lisboa foi muito tranquilo, até dormi um pouquinho pois fui bem cedinho para a capital. Cheguei a Lisboa por volta das 11:15h onde fui almoçar e fui para o aeroporto. Tinha o check - in feito, foi só entregar a mala de porão e dirigir-me para sala de embarque. Foi então que delirei com a incompetência e falta de organização dos espaço. A partir do momento em que se passa a primeira segurança, no terminal 1, tem umas escadas onde se sobe e começa a formar a fila para o controlo de segurança onde se passa pelo raio X inclusive. Mas até lá chegar, não se conseguia cumprir as regras de segurança, as filas já se acumulavam nas escadas, as pessoas reclamavam pela falta de organização e falta de distanciamento, regra essa, sendo claramente impossível de respeitar. Até que quando chegamos ao circuito, foi reclamações atrás de reclamações e a partir daí correu tudo normal. Até à sala de embarque que, uma vez mais, era pessoas em cima de pessoas, tudo ao molhe e fé em Deus. Não estava preocupada com os outros até porque já tinha feito o meu primeiro teste à covid que acusou negativo mas sim comigo, uma vez que ninguém sabe onde está o vírus. Tentei desviar-me o máximo que pude, mesmo assim era difícil garantir os dois metros de distância. Nunca vi tal desorganização na minha vida, parecia o fim de mundo. Já aqui na Madeira, tal azáfama só se verificou na recolha das bagagens mas mesmo assim, de longe incomparável com o aeroporto de Lisboa. Depois ao sair do local, passamos por umas portas onde tinha colaboradores a fazer uma triagem se já tínhamos o teste feito ou não e a separar-nos em corredores diferentes com as devidas distâncias cumpridas onde passamos por uma zona de controlo final antes de sairmos para a nossa vida. Nossa vida, quer dizer, cumprir isolamento profilático até sermos contactados pelas autoridades de saúde para a realização do segundo teste.

Tenho, uma vez mais, que aplaudir pela organização e controlo feito no aeroporto da Madeira e lamentar a vergonha que é o aeroporto de Lisboa que não está nem um pouco preparado face a esta situação pandémica que se vive atualmente. É que é só lamentável, um escândalo e um despautério, a aglomeração de pessoas naquele espaço que levou mesmo a questionar-me se estava num aeroporto ou nas filas da Black Friday. Uma desilusão... enfim!

Review | Carmex Classic Moisturising Lip Balm

Se há coisa que eu detesto e no qual estava mal habituada (mesmo assim ainda penso duas vezes antes de dizer efetivamente que já começo a me habituar à ideia!!) é o frio. Definitivamente, acordar com 4ºC não é de todo quente nem agradável e só de pensar que já reclamava com frio na Madeira quando o termómetro marcava 16ºC, enfim que iludida! Cá em Coimbra, é de fazer festa quando o termómetro aponta tal temperatura. 

Porque o frio para mim é sinónimo de coisas que pessoalmente não aprecio. Uma delas é justamente os lábios secos, gretados e até mesmo com feridas graças à excelente ideia de tentar arrancar as peles que tendem escamar. Por isso, cada vez mais, sou muito mas mesmo muito atenta a hidratantes labiais e sempre tento compensar essa falta de hidratação devido ao frio e também ao uso de máscara, com um bom hidratante. O que para mim é tarefa difícil encontrar, uma vez que já usei Labello de toda a qualidade e era o mesmo que nada, já usei até da farmácia, o Eucerin Lip Active, que até não era muito mau de todo, no entanto, não resulta sozinho mas sim em complementação de um outro, o Letibalm (adorava tanto a formula em boião, no entanto, nunca mais encontrei e então comecei a usar o em stick, devo dizer que é uma desilusão, enfim... não faz jus nem chega perto da fórmula do de boião) e era este que usava e até resultava na Madeira, não aqui. 

Por isso, fiz umas pequenas pesquisas sobre o tema, e não foi muito difícil chegar a um da Carmex, aliás, a marca é muito conhecida internacionalmente pela sua qualidade e até já me era conhecida e sinceramente sempre tive uma gota de curiosidade em querer experimentar, só para ver se era tão boa como diziam ser. 

Mas no meio de tantos sabores e formatos, uma pessoa decidiu ficar pelo básico, pelo menos por enquanto, e comprei a versão clássica só para começar.

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A razão por escolher o clássico foi para testar a fórmula em si sem outras condicionantes como o sabor a cereja, por exemplo. E o que tenho a dizer? Parece que fez magia nos lábios. Eles estão efetivamentes menos gretados, já não tenho peles para puxar (e ainda bem!) e sinto que ele cumpre tão bem a sua função. Aplico-o algumas vezes por dia, quando me lembro ou não tenho batom e obrigatoriamente antes de ir dormir. A sensação fresca de quando vocês aplicam o produto nos lábios é tão boa e agradável, nada de irritante e intolerável, chega até a aliviar qualquer desconforto causado pelos lábios gretados. Outra coisa que gostei mesmo, é da textura tão sedoso e do toque de suavidade dos lábios. 

E confesso que de todos os hidratantes que já experimentei até então este foi aquele que, de longe, fez jus ao que prometia ao ponto de superar todas as minhas expectativas. Confesso que agora fiquei com curiosidade de experimentar todos os outros hidratantes que a marca tem e até mesmo tenho uma certa expectativa sobre eles, não vou mentir. 

Comprei na Well's por cerca de 4,33€ e devo dizer que foi um dos melhores investimentos que fiz no que consta a hidratantes labiais. 

Está mais que recomendado. 

E vocês já experimentaram? Qual é o vosso hidratante favorito? 

Playlist | As mais ouvidas de 2020

E finalmente saiu no Spotify a retrospectiva referente a este ano. O nosso top de músicas e artistas, o top dos géneros musicais mais ouvidos durante todo o ano e até mesmo os minutos de música. Todos os anos que passam gosto de ver o que tenho ouvido e gosto, essencialmente, de saber como evolui o meu gosto musical. 

Então, vamos começar. Este ano descobri 769 artistas, ouvi 424 estilos musicais este ano em que 127 eram novos e diferentes relativamente ao ano anterior, sendo que o meu top 5 quanto aos géneros mais tocados, no qual o Spotify intitulou como "meus géneros favoritos" foram: em 1º lugar Pop; em 2º lugar Trap Latino; em 3º Latin Pop; em 4º EDM e, finalmente, em 5º lugar Pop Rap. 

Hawái de Maluma foi a música mais ouvida do ano e sinceramente não esperava que fosse outra porque esta música é tão maravilhosa. Seguido, por ordem, Ay, DiOs Mio! de KAROL G, UN DIA (ONE DAY) - colaboração de J Balvin com Dua Lipa, Tainy e Bad Bunny -, Rojo de J Balvin e Si Me Dices Que Sí de Reik com Farruko e Camilo.

Quanto às músicas mais antigas do baú, os anos 2000 foi o meu predileto sendo que o Whataya Want from Me de Adam Lambert teve o seu destaque, principalmente, ao longo destes últimos dois meses, em que foi ouvida muitas vezes naqueles momentos bem nostálgicos que remetiam para os tempos de infância. Sim, para além da música dos patinhos, tinha grandes referências musicais que passavam nos canais de música e no meu mp3 e que ficavam no ouvido. 

Este ano, segundo o Spotify, ouvi 2 047 artistas destacando-se no top cinco estes: 

1º Maluma

2º J Balvin

3º Becky G 

4º Farruko

5º Manuel Turizo

Isto tudo para vos dizer que foi um ano em grande. Eis a playlist com todos os êxitos que fizeram parte do meu ano e que me animaram perante as adversidades do mundo que enfrentamos ao longo de (quase) todo o ano. 

No total foram 31 868 minutos de música até então. Não fazia noção de como a música influenciava os meus dias de tal modo, mas sinceramente, não consigo passar nem um dia sem ela. 

E quanto a vocês, já sabem da vossa retrospectiva? Sintam-se livres e à vontade para contar-me qual o vosso top cinco de músicas, artistas e géneros musicais e ainda os minutos de música que ouviram este ano. 

 

 

"E a Black Friday?"

Recebi um monte de mensagens de amigos meus, leitores assíduos do meu blog, no dia de ontem a me perguntar sobre a Black Friday. "Juliana pensei que fosses falar da Black Friday mas em vez disso falaste sobre decoração de natal?!", sim verdade. Não falei da Black Friday, não por esquecimento, mas sim por não ser das coisas que mais me cativam e que deliro (sem julgamentos, fashabor!!). Para quem está a leste do paraíso, a Black Friday acontece todos os anos, em todo o mundo, na última sexta feira do mês de novembro em que, supostamente, há descontos exorbitantes nas mais diversas lojas. Este ano, apesar da situação pandémica que vivemos atualmente, não foi exceção embora o apelo fosse online. 

Pessoalmente, não sinto-me minimamente atraída por esta época de descontos e acho que, muito sinceramente, não passa de uma campanha de marketing para triplicar as vendas de natal. Não me julguem quando digo isto mas são raras as vezes em que compro algo neste dia. Aliás, este dia é daqueles que está marcado no meu calendário como "o dia para NÃO ir ao shopping". Eu fujo dele na verdade. Primeiramente é o trânsito descomunal, o autêntico fim de mundo para ir lá bater ao shopping. Segundo, o estacionamento. Uma pessoa gasta mais gasóleo ao andar às voltinhas à procura de um lugarzito modesto para deixar o carro. Terceiro, as lojas todas cheias, roupas desarrumadas que nem nas feiras e todo um  à procura do tamanho da peça X. Já para nem falar das looooooooooooooooooooooongas filas para pagar um trapinho ou outro. Como se tudo isto não bastasse, ainda temos que levar com birras de crianças por causa de um brinquedo que os pais não compraram e ainda pela correria de loja em loja de pessoas pouco civilizadas a esbarrar e a se meter em frente a quem passa. 

Não sei este ano, mas as memórias dos anos anteriores, assustam-me. 

Por ser tudo online, os sites devem de ir a baixo em cinco minutos (senão menos) deixando compras interrompidas e pessoas em espera. Não sei. Simplesmente não gosto. Prefiro aguardar pelos saldos, sei lá. Não que também não haja estratégias de marketing enganosas associadas para vender mais, no entanto, perto da Black Friday, semanas antes, até, vê-se os preços dispararem desenfreadamente para que no dia esteja "em desconto".

Enfim...

Não condeno quem goste, ame ou delire com a ideia de Black Friday, simplesmente acho uma perca de tempo e de dinheiro, por isso, esse dia, é aquele dia que mais evito, até mesmo falar por aqui. 

Bom fim de semana!

A autora

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