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Conversas e Café

Uma viagem no tempo algures por 2020...

Dois mil e vinte,  vinte - vinte, também conhecido, para muitos, como o "pior ano da sua vida". Exceto para mim. Eu que faço parte da minoria que este ano, em termos pessoais, foi dos melhores dos últimos tempos. Foi um ano, no geral, de aprendizados em que todos fomos arrastados, de forma inevitável, para esta loucura que é a pandemia. Fomos postos à prova, completamente fora da nossa zona de conforto, onde os afetos foram todos aniquilados, quase na totalidade, e substituídos pelo distanciamento. 

Quanto a mim, não posso me queixar, 2020 trouxe muita concretização de objetivos. Atrevo-me a dizer que todos aqueles que havia planeado outrora, algures no final de 2019, foram realizados. E agora que olho para trás, vejo que só tenho motivos para agradecer e sentir-me abençoada por este ano incrível, que tirando a pandemia, correu perfeitamente bem superando qualquer expectativa. Cada vez mais acredito que tudo acontece por uma razão e esta pandemia demonstrou a fragilidade e venerabilidade humana, o quão impotentes e pequeninos somos, mas também, vendo o copo meio cheio, toda esta situação atípica colocou certos valores à tona, algo que nem valorizamos antes, até mesmo a nossa liberdade. 

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Para o ano que se avizinha, o principal objetivo, a principal meta é saúde e deixar a vida fluir, sem grandes planos ou expectativas. É viver o momento ao máximo, aproveitar cada segundo e ser grato por isso. 

Portanto, desejo a todos os meus leitores que me acompanharam ao longo deste ano, e de todos os outros anos, a todos vocês um abençoado e luminoso 2021. Que esse ano traga amor, paz, saúde e muita luz. Calma e serenidade e que não esqueçamos os as coisas simples da vida, de as praticar diariamente ao longo dos próximos 365 dias. 

Bom ano para todos vocês.

E um especial obrigada a quem tira um tempinho ler e acompanhar tudo o que se passa por aqui. 

❤️

 

 

 

O CAOS ...

Ontem foi dia de regressar à minha ilha para as férias de natal e eis que deparei-me com o caos face aos tempos que estamos a viver. O caminho de Coimbra para Lisboa foi muito tranquilo, até dormi um pouquinho pois fui bem cedinho para a capital. Cheguei a Lisboa por volta das 11:15h onde fui almoçar e fui para o aeroporto. Tinha o check - in feito, foi só entregar a mala de porão e dirigir-me para sala de embarque. Foi então que delirei com a incompetência e falta de organização dos espaço. A partir do momento em que se passa a primeira segurança, no terminal 1, tem umas escadas onde se sobe e começa a formar a fila para o controlo de segurança onde se passa pelo raio X inclusive. Mas até lá chegar, não se conseguia cumprir as regras de segurança, as filas já se acumulavam nas escadas, as pessoas reclamavam pela falta de organização e falta de distanciamento, regra essa, sendo claramente impossível de respeitar. Até que quando chegamos ao circuito, foi reclamações atrás de reclamações e a partir daí correu tudo normal. Até à sala de embarque que, uma vez mais, era pessoas em cima de pessoas, tudo ao molhe e fé em Deus. Não estava preocupada com os outros até porque já tinha feito o meu primeiro teste à covid que acusou negativo mas sim comigo, uma vez que ninguém sabe onde está o vírus. Tentei desviar-me o máximo que pude, mesmo assim era difícil garantir os dois metros de distância. Nunca vi tal desorganização na minha vida, parecia o fim de mundo. Já aqui na Madeira, tal azáfama só se verificou na recolha das bagagens mas mesmo assim, de longe incomparável com o aeroporto de Lisboa. Depois ao sair do local, passamos por umas portas onde tinha colaboradores a fazer uma triagem se já tínhamos o teste feito ou não e a separar-nos em corredores diferentes com as devidas distâncias cumpridas onde passamos por uma zona de controlo final antes de sairmos para a nossa vida. Nossa vida, quer dizer, cumprir isolamento profilático até sermos contactados pelas autoridades de saúde para a realização do segundo teste.

Tenho, uma vez mais, que aplaudir pela organização e controlo feito no aeroporto da Madeira e lamentar a vergonha que é o aeroporto de Lisboa que não está nem um pouco preparado face a esta situação pandémica que se vive atualmente. É que é só lamentável, um escândalo e um despautério, a aglomeração de pessoas naquele espaço que levou mesmo a questionar-me se estava num aeroporto ou nas filas da Black Friday. Uma desilusão... enfim!

Review | Carmex Classic Moisturising Lip Balm

Se há coisa que eu detesto e no qual estava mal habituada (mesmo assim ainda penso duas vezes antes de dizer efetivamente que já começo a me habituar à ideia!!) é o frio. Definitivamente, acordar com 4ºC não é de todo quente nem agradável e só de pensar que já reclamava com frio na Madeira quando o termómetro marcava 16ºC, enfim que iludida! Cá em Coimbra, é de fazer festa quando o termómetro aponta tal temperatura. 

Porque o frio para mim é sinónimo de coisas que pessoalmente não aprecio. Uma delas é justamente os lábios secos, gretados e até mesmo com feridas graças à excelente ideia de tentar arrancar as peles que tendem escamar. Por isso, cada vez mais, sou muito mas mesmo muito atenta a hidratantes labiais e sempre tento compensar essa falta de hidratação devido ao frio e também ao uso de máscara, com um bom hidratante. O que para mim é tarefa difícil encontrar, uma vez que já usei Labello de toda a qualidade e era o mesmo que nada, já usei até da farmácia, o Eucerin Lip Active, que até não era muito mau de todo, no entanto, não resulta sozinho mas sim em complementação de um outro, o Letibalm (adorava tanto a formula em boião, no entanto, nunca mais encontrei e então comecei a usar o em stick, devo dizer que é uma desilusão, enfim... não faz jus nem chega perto da fórmula do de boião) e era este que usava e até resultava na Madeira, não aqui. 

Por isso, fiz umas pequenas pesquisas sobre o tema, e não foi muito difícil chegar a um da Carmex, aliás, a marca é muito conhecida internacionalmente pela sua qualidade e até já me era conhecida e sinceramente sempre tive uma gota de curiosidade em querer experimentar, só para ver se era tão boa como diziam ser. 

Mas no meio de tantos sabores e formatos, uma pessoa decidiu ficar pelo básico, pelo menos por enquanto, e comprei a versão clássica só para começar.

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A razão por escolher o clássico foi para testar a fórmula em si sem outras condicionantes como o sabor a cereja, por exemplo. E o que tenho a dizer? Parece que fez magia nos lábios. Eles estão efetivamentes menos gretados, já não tenho peles para puxar (e ainda bem!) e sinto que ele cumpre tão bem a sua função. Aplico-o algumas vezes por dia, quando me lembro ou não tenho batom e obrigatoriamente antes de ir dormir. A sensação fresca de quando vocês aplicam o produto nos lábios é tão boa e agradável, nada de irritante e intolerável, chega até a aliviar qualquer desconforto causado pelos lábios gretados. Outra coisa que gostei mesmo, é da textura tão sedoso e do toque de suavidade dos lábios. 

E confesso que de todos os hidratantes que já experimentei até então este foi aquele que, de longe, fez jus ao que prometia ao ponto de superar todas as minhas expectativas. Confesso que agora fiquei com curiosidade de experimentar todos os outros hidratantes que a marca tem e até mesmo tenho uma certa expectativa sobre eles, não vou mentir. 

Comprei na Well's por cerca de 4,33€ e devo dizer que foi um dos melhores investimentos que fiz no que consta a hidratantes labiais. 

Está mais que recomendado. 

E vocês já experimentaram? Qual é o vosso hidratante favorito? 

Playlist | As mais ouvidas de 2020

E finalmente saiu no Spotify a retrospectiva referente a este ano. O nosso top de músicas e artistas, o top dos géneros musicais mais ouvidos durante todo o ano e até mesmo os minutos de música. Todos os anos que passam gosto de ver o que tenho ouvido e gosto, essencialmente, de saber como evolui o meu gosto musical. 

Então, vamos começar. Este ano descobri 769 artistas, ouvi 424 estilos musicais este ano em que 127 eram novos e diferentes relativamente ao ano anterior, sendo que o meu top 5 quanto aos géneros mais tocados, no qual o Spotify intitulou como "meus géneros favoritos" foram: em 1º lugar Pop; em 2º lugar Trap Latino; em 3º Latin Pop; em 4º EDM e, finalmente, em 5º lugar Pop Rap. 

Hawái de Maluma foi a música mais ouvida do ano e sinceramente não esperava que fosse outra porque esta música é tão maravilhosa. Seguido, por ordem, Ay, DiOs Mio! de KAROL G, UN DIA (ONE DAY) - colaboração de J Balvin com Dua Lipa, Tainy e Bad Bunny -, Rojo de J Balvin e Si Me Dices Que Sí de Reik com Farruko e Camilo.

Quanto às músicas mais antigas do baú, os anos 2000 foi o meu predileto sendo que o Whataya Want from Me de Adam Lambert teve o seu destaque, principalmente, ao longo destes últimos dois meses, em que foi ouvida muitas vezes naqueles momentos bem nostálgicos que remetiam para os tempos de infância. Sim, para além da música dos patinhos, tinha grandes referências musicais que passavam nos canais de música e no meu mp3 e que ficavam no ouvido. 

Este ano, segundo o Spotify, ouvi 2 047 artistas destacando-se no top cinco estes: 

1º Maluma

2º J Balvin

3º Becky G 

4º Farruko

5º Manuel Turizo

Isto tudo para vos dizer que foi um ano em grande. Eis a playlist com todos os êxitos que fizeram parte do meu ano e que me animaram perante as adversidades do mundo que enfrentamos ao longo de (quase) todo o ano. 

No total foram 31 868 minutos de música até então. Não fazia noção de como a música influenciava os meus dias de tal modo, mas sinceramente, não consigo passar nem um dia sem ela. 

E quanto a vocês, já sabem da vossa retrospectiva? Sintam-se livres e à vontade para contar-me qual o vosso top cinco de músicas, artistas e géneros musicais e ainda os minutos de música que ouviram este ano. 

 

 

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