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Conversas e Café

Os penteados de verão

Devo confessar que não tenho habilidade para estas coisas. No que toca a fazer penteados a mim mesma, tenho sempre dificuldades em manusear o meu cabelinho e fazer algo diferente por isso às vezes, mesmo com os meus (quase) dezanove anos, ainda peço ajuda à minha mãe para fazer algo diferente sem ser colocar bandoletes ou amarrar metade do cabelo no topo como se de uma palmeirinha se tratasse. 

Se há coisas que amo é ver diferentes penteado e acho que no verão sempre dá jeito afastar o máximo de cabelo possível da pele, para além de nos refrescar-mos, o verão é aquela estação em que os penteados mais se sobressaem. Por isso trouxe alguns penteados para se inspirarem.

 

Espero que tenha sido o suficiente para vos inspirar. 

BEIJINHOS ❤️

 

(Imagens: Pinterest)

Olhares Coloridos - o regresso!

Para além do calor, o verão trouxe consigo uma tendência que não passa despercebida, ainda por cima nos tempos estranhos que vivemos nos dias de hoje. Estou a falar dos olhos coloridos que tanto fizeram furor a alguns tempos atrás mas que com a chegada dos tons neutros foram perdendo o seu destaque. Mas agora eis que voltaram a fazer parte dos novos lançamentos das mais diversas marcas no mundo da maquilhagem. 

Pois isso, decidi fazer uma seleção de maquilhagens com os mais diferentes tons do arco íris, que são as minhas preferidas. Foi uma escolha difícil mas aqui vai. 

 

E pronto, foram estas algumas das minhas preferidas. 

Usem e abusem, sejam criativos e misturem tons. Brinquem com as cores e divirtam-se. 

 

(Imagens: Pinterest)

Os meus cuidados de corpo para a minha hiperqueratose pilar

Para quem tem Hiperqueratose Pilar, ou Queratose Pilar, mais conhecida por pele de galinha sabe o quão estranho e difícil é passar despercebido este problema de pele. Pessoalmente, sempre tive este problema e não me importava muito com ele até que chegou à minha adolescência e fui criando cada vez mais complexos em torno da minha pele por não gostar dela e daquilo que via. Com o tempo aprendi a desvalorizar o facto de tê-la assim e de aceitar-me tal como sou mesmo que seja difícil para mim. 

Resumidamente a hiperqueratose pilar é o excesso de queratina que a pele produz levando-a, assim, a ficar com borbulhas vermelhas ou esbranquiçadas, ligeiramente endurecidas, criando um efeito de pele de galinha. É uma condição de pele que, geralmente, não causa qualquer tipo de dor ou comichão e pode surgir em qualquer parte do corpo sendo mais comum nos braços, coxas, no rosto e nas nádegas.

(Imagem: Tua Saúde)

(Imagem: Tua Saúde)

 

A queratose pilar não tem cura mas existem tratamentos capazes de melhorar os aspeto. Esta alteração na pele é benigna no entanto, esteticamente desconfortável e constrangedora. Estas alterações é uma questão genética, porém pessoas que possuem doenças alérgicas, como rinites e asma, têm maior propensão para desenvolver. A carência da vitamina A também ajuda na evolução para este estado de pele bem como doenças auto-imunes, pele seca e o uso de roupas apertadas. 

Quanto ao tratamento, a exposição de raios UV melhora imenso bem como cremes gordos com ureia ou ácido salicílico na sua composição e ainda óleos. Esta é a minha rotina de pele que tenho de usar para o tratamento eficiente deste meu problema e eu sinto tanta diferença na minha pele desde que o meu dermatologista recomendou. Por isso vamos ao passo a passo.

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1º Esfoliante

Esfoliar o corpo tem sido dos grandes auge do meu tratamento. Faço esfoliação duas vezes por semana, deito na esponja esfoliante uma boa quantidade de produto e passo nas zonas mais críticas com movimentos circulares. 

Produto: Esfoliante Vegetal da Yves Rocher 

 

2º Óleo Lavante Corporal

 

Em vez de lavar com gel de duche, tenho lavado com óleo lavante corporal por ser mais indicado para o meu tipo de pele. Noto que a pele reage de forma diferente do que quando lavava com um gel de duche normal. Uso-o diariamente sempre que vou tomar um banho. 

Produto: Lipikar Óleo Lavante AP+ da La Roche - Posay

 

3º Creme Hidratante

Um produto imprescindível na rotina de toda a gente é o creme hidratante. Ainda mais na minha. Este creme é bem gordo pois noto que a minha pele, que tem uma textura bem seca, absorve em poucos segundos. Também é de uso diário em que aplico após o banho com a pele já seca. 

Produto: Xeratop Leite Corporal 

 

4º Corticóide Tópico

Este é aquele produto que dá um toque final ao meu tratamento. É ele que deixa a minha pele com um toque acetinado. Por se tratar de um corticóide cutâneo está sujeito a receita médica mas ele é incrível não só para o meu tipo de pele mas como também para psoríase e outras complicações da pele. Uso-o alternadamente (dia sim, dia não!) à noite antes de me deitar. 

Produto: Cutivate

 

E pronto, eis mais uma situação de saúde com que tenho de lidar. Deixei os links dos produtos que uso na minha rotina para quem tiver interessado, pode comprar. 

Espero que tenha sido útil mas primeiro, aconselho a procurarem um dermatologista antes de iniciar qualquer tipo de tratamento. 

 

 

 

Acabei o 12ºano e agora? - A minha experiência no secundário

Pois é, o título já fala só por si. E a verdade é que confesso que, finalmente, com os meus dezoito anos feitos e com os dezanove no horizonte, concluí o secundário. Não foi de todo fácil, foi um secundário muito atribulado cheio de medos, ansiedades, trabalho árduo e muitas frustrações. Não estou aqui a dizer que todas as experiências no secundário são iguais e se quem está a ler este post vai entrar no ensino secundário agora, não quero vos afligir ou vos traumatizar, está bem? Só vim contar a minha experiências destes últimos quatro anos da minha vida. Sim, leram bem, foram quatro anos e se vocês estiverem interessados, mais à frente vão entender o porquê de quatro anos em vez de três anos como é suposto ser mas antes, vou já avisando que eu não sou normal tal como as outras pessoas da minha idade se fosse, quase aposto que conseguiria fazer isto em três anos. 

Para contextualizar, até ao nono ano sempre fui considerada uma boa aluna e as minhas notas sempre foram luxuosos quatros e de vez enquanto um cinco a estrelar sobretudo nas artes visuais. O que sempre manchou a minha pauta era o três de educação física e de vez enquanto um três a matemática, que sempre com grande estudo e empenho facilmente virava um quatro. Até que, no fim do nono ano, com a mudança do ensino básico para o secundário, fui obrigada, como tantos outros alunos, a decidir que via iria seguir. Na altura os meus sonhos eram outros, queria ser médica, estudar a diabetes e descobrir a cura para aquela que também era uma doença minha. Então enveredei para o curso humanístico de Ciências e Tecnologias, que também é o curso mais abrangente a nível de opções para o ensino universitário. Matriculei-me e fui admitida na escola secundária que pretendia estudar, sendo esta a escola pública mais requisitada da Ilha da Madeira na altura, ainda hoje é. E lá começou a minha experiência mirabolante, um percurso cheio de altos e baixos, rodeado de obstáculos, enfim. 

Foi em 2016, com os meus quinze anitos acabadinhos de fazer, que entrei no meu décimo ano nesse curso de Ciências e Tecnologias e foi aí que a minha vida mudou, e não estou só a falar da académica mas também da pessoal. Foi aí que percebi que afinal o ensino até ao nono ano não nos prepara para o que aí vem. Eu criei muitas expectativas quanto às minhas notas, pensei que facilmente iria conseguir obter resultados semelhantes aos que já teria obtido até então, fiquei perdida psicologicamente e emocionalmente. Era muita pressão para mim e admito que eu não sou boa a lidar com pressão. Foi então que houve disciplinas que se destacaram pela positiva em relação a outras. As específicas do meu curso (Física - Química, Biologia e Geologia e Matemática A) era um desastre. Foi então que comecei com mais intensidade em explicações, de Física - Química e Matemática A, para ver se a coisa se dava mas, a Biologia e Geologia também não estava bem. Foi então que saiu as notas do primeiro período, as primeiras duas negativas da minha vida surgiram manchando a minha pauta e a minha reputação, Matemática e Biologia e Geologia, mas que duas. Lembro-me de na altura o meu diretor de turma e a minha professora de biologia (duas pessoas pelas quais tenho um respeito e um carinho enorme) insistirem para que mudasse de curso, que não estaria feliz ali e que poderia ser que me desse melhor nas outras áreas pelas quais destacava-me pela positiva. Nessa altura, não mudei. Quis tentar, fui refletindo, mas era o meu sonho e esse sim falou mais alto. E ao longo desse ano a minha nota em Física - Química foi melhorando (graças às explicações porque nas aulas não se aprendia nada, não por falta de atenção da minha parte, se estou a fazer-me entender!), matemática foi de arrasto sempre num dez fraquinho quase a descambar para o nove e biologia, era aquela coisa. Até que no final do ano, o meu diretor de turma insistiu outra vez na ideia de mudar de curso pois ele bem sabia o quanto me esforçava mas o quanto esse esforço estava a ser em vão. Eu, teimosa como sou, decidi continuar para provar a todos que conseguia chegar ao fim. O que é certo é que cheguei, mas um pouco mais tarde! 

Continuei no curso, e com isto décimo primeiro ano. O décimo primeiro ano é uma ano de pressão, se já senti alguma pressão no décimo ano por ser um ano intenso, de transição e de se habituar a uma nova rotina repleta de mudanças, o décimo primeiro ano é aquele ano em que a pressão aumenta pois é um ano de exames nacionais das disciplinas específicas bianais (de dois anos). No meu caso, as opções das bianais eram Biologia e Geologia, Filosofia e Física - Química. Com isto tive lá eu de tomar uma outra decisão, escolher duas das três bianais para fazer exame, como manda a lei. Pensei muito. Tinha melhor nota a Física - Química mas as bases do décimo eram o meu maior receio, embora andasse na explicação. Tinha Biologia e Geologia, que não tinha explicação, que continuava com negativa, mas que tinha um bom caderno cheio de informação capaz de me ajudar. E por fim, tinha a Filosofia, que não havia qualquer problema. Joguei pela lógica, Filosofia foi uma das escolhas, mas depois ponderei entre as outras duas específicas e como eu detestava física e as minhas notas relativamente à química, mesmo que positivas, eram mais baixas, decidi escolher Biologia. Inscrevi-me com externa ciente que precisava no mínimo de 9,5 valores para passar na disciplina, meti-me em explicações, matei-me a estudar, fiz a primeira fase e nada, nem de perto, fiz a segunda fase, perdi as minhas férias todas de verão a estudar na esperança de que iria conseguir, e acabei por só subir dois valores mas mesmo assim, tão longe do 9,5 que era o objetivo final. Resultado: Não passei na disciplina, fica para o ano. 

Dizem que o décimo segundo é a calma depois das tormentas, bem, não foi bem assim para mim. Começou mal, quando eu fiz a escolha de Química e Psicologia e recebi a notícia que não iriam abrir turmas porque não havia alunos suficientes. O que me fez matricular-me em Biologia e Psicologia. Mas com a condição que teria que concluir primeiro a bianal de 10º e 11º anos para puder avançar para a biologia de décimo segundo. Resultado final: tive de me inscrever numa turma de décimo primeiro ano que fosse compatível com os meus horários, assistir às aulas de 12ºano para ser submetida a uma prova de equivalência a frequência que me iria garantir a biologia de décimo segundo, se tirasse 9,5 valores, no mínimo. Isto tudo se quisesse despachar nesse mesmo ano. Submeti-me a toda essa carga horária, a todo esse esforço, empenhei-me mais que nunca. Fiz quatro exames no fim, o do ano anterior de Biologia e Geologia, os dois exames obrigatórios de décimo segundo, no meu curso, o de Português e Matemática A e ainda, o de equivalência a frequência de biologia que era composto pela parte prática - uma experiência, e a parte teórica onde apareceu os cinco módulos previstos sendo que três deles não foram trabalhados em sala de aula uma vez que não são obrigatórios. Agora imaginem estudar para quatro exames que se realizam em duas semanas consecutivas, já para nem falar que Camões não sabia resolver uma inequação de segundo grau, nem que Fernando Pessoa tinha conhecimento de identificar diferentes tipos de rochas e dizer o seu grau de porosidade. Portanto, resumidamente, alguma coisa iria ficar para trás. E ficou, naturalmente, simplesmente acabei por dedicar-me a estudar conteúdo que tinha maior dificuldade e deixar o Português um pouco de parte e mesmo assim, por rever a matéria de três anos em menos de uma semana, acabei por me safar (haja alguma coisa boa, nesta vida!). Já para nem falar que prometi a mim mesma que, independentemente dos resultados, não iria estragar mais um verão a estudar para ir à segunda fase pois foi coisa que me marcou muito e de forma tão negativa no ano anterior ao ponto de mexer muito com o meu psicológico. 

Os resultados foram ditos por uma amiga minha quando já estava no avião para ir para Évora. Eu já estava mentalizada que iria chumbar a matemática, mesmo assim, vendo pelo lado positivo da coisa, ainda tirei quatro valores (foi vergonhoso, eu sei!), metade dos valores que precisava para passar mas tal como a minha mãe diz "foi melhor perder com quatro do que com um, isso sim é vergonha" e fomos viajar descansados, aproveitar, mesmo com uma grande mágoa no peito, adorei a viagem e soube tão bem aqueles dias. Já agora, Évora é lindo!

E pronto, acho que já podem perceber o porquê de ter ficado mais um ano, a culpa foi da matemática. Mas já que o fiquei, aproveitei e fiz melhoria da nota de biologia no qual acabou por compensar a minha média. E assim, terminei o meu secundário e estou pronta para novas mudanças e pronta para esta transição para aquele que é o último ciclo de estudos antes de entrar no mercado de trabalho. E confesso que as incertezas surgem, mas espero ter-vos desse lado a acompanhar toda esta minha transição. 

E como disse no início, não é pela minha experiência no secundário tenha sido menos positiva e um pouco traumatizante até, que a vossa será igual. Mas uma coisa vos digo, se eu pudesse voltar atrás, seguiria desde cedo o conselho do meu diretor de turma para mudar de curso e esse seria Línguas e Humanidades.  

A obsessão pelas Muscle Tees

Se há tendência que promete deixar cheia de estilo em segundos é a muscle tee. Para além de uma peça bem básica e muito fácil de usar, este tipo det - shirts permitem dar um ar mais arrojado e delicado para qualquer ocasião o que vai variar é a forma com as conjuga e o resultado que pretende obter. E a parte boa desta tendência é que dá todo um novo mood sem muito esforço. 

Querem ver como usar? Vamos a algumas inspirações. 

Com uma só peça podem fazer n combinações e tudo vai depender como conjuga as peças e os acessórios para fazer looks completamente diferentes. Por isso, sejam criativos, usem e abusem desta tendência. 

Dica de Stylist: Podem fazê-lo com a vossa t-shirt de manga curta favorita. Basta prenderem o excesso de manga, por dentro da alça do sutiã e já está. 

E vocês, vão usar esta tendência? Pessoalmente estou a começar a gostar. 

 

(Imagens: Pinterest)

Album Review | Presente by Fernando Daniel

Desta vez o Album Review é em português. Para mim, um dos nomes incontornáveis da música portuguesa da atualidade, começou a sua carreira a uns 3 ou 4 anos no The Voice Portugal tendo-se tornado internacionalmente conhecido com a interpretação de "When We Were Young" nas provas cegas desse mesmo programa. Ainda esta semana teve na casa mais vigiada do país na Ericeira, no Big Brother a dar música num concerto muito intimista aos concorrentes. Sim, estou a falar de Fernando Daniel. O cantor lançou hoje, 10 de julho, mais um álbum no qual deu o título de Presente no qual hoje vim dar o meu review sobre o mesmo. 

 

Começamos por analisar a capa. Uma fotografia do próprio cantor a preto e branco com o título destacado a vermelho com uma fonte mais moderna e uns traços vermelhos como contorno do corpo de Fernando Daniel. Algo pessoal e simples.

Quanto ao "conteúdo" devo dizer que Fernando Daniel nunca desilude. Mantém sempre o registo do cantor, com letras profundas e sentidas tal como é o caso de "Melodia da Saudade" e "Fim" mas também romântico como em "Se Eu" e "Tal Como Sou".

Neste álbum, Fernando Daniel contou com a colaboração da banda brasileira Melim com o tema "Se Eu"  e ainda incluiu temas que toda a gente já conhece tal como "Tal Como Sou", "Recomeçar" e "Melodia da Saudade". 

Dos 11 temas que compõem o álbum, é muito difícil escolher as minhas preferidas, mas não consegui ficar indiferente a: 

  • Tal Como Sou
  • Nunca
  • Se Eu 
  • Cair
  • Melodia Da Saudade 
  • Fim 

Com isto, só me resta dizer que estou apaixonada por este novo álbum e que Fernando Daniel tem uma voz maravilhosa, ainda mais ao vivo (se bem que nunca estive presente fisicamente num concerto dele, infelizmente!), e está de parabéns com este novo álbum. Se me pedissem para descrever Presente numa única palavra seria INTENSO [mas numa boa perspetiva]. 

Quem já ouviu? O que acharam? Para quem ainda não ouviu, tem o link do álbum em cima, não percam tempo para clicar no play, juro que não se arrependem. 

 

 

As Baguette Bags estão de volta...

Se não fosse a moda um ciclo muito provavelmente nem estaria a recordar este acessório incógnito dos anos 90 e inícios dos anos 2000. Mas eis que a moda é um grande turn on e turn off  e nos apanhou a todos de surpresa com a o regresso das Baguette Bags, que não é nada mais nada menos do que uma bolsa de proporções pequenas e uma alça delicada. E regressou, desta vez, com um toque minimalista, colorida e com padrões discretos, para todos os gostos. Em tão pouco tempo tornou-se uma peça imprescindível para qualquer look desde o mais básico até ao mais arrojado, dando assim, um toque mais sofisticado ou até mesmo algo que remonta aos anos 90 que já lá vão a algum tempo. Fácil de usar, esta mala já é considerada um it bag e faz furor nas redes sociais mas também nas passadeiras vermelhas da vida real, - as ruas!

 

O que vocês acham deste retorno? Vão usar?

Contem - me tudo!

 

 

(Imagens: Pinterest)

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